A estátua

A mulher está na cama com o amante quando ouve o marido chegar:

– Depressa, fique de pé ali no canto!

Cobre o corpo do amante com óleo e talco.

– Não se mexa até eu falar. Finja que é uma estátua!

O amante obedece imediatamente. O marido entra no quarto.

– Que é isso? – estranha ele.

– Ah, é só uma estátua, os Almeidas botaram uma no quarto deles, gostei tanto que comprei uma também.

Às duas da madrugada, o casal ainda está vendo televisão. O marido vai até a cozinha, prepara um sanduíche, enche um copo de cerveja, volta para o quarto e dirige-se para a estátua.

– Toma, come e bebe alguma coisa. Eu fiquei dois dias que nem um idiota no quarto dos Almeidas e nem um copo de água eles me ofereceram.

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Divórcio

No Tribunal, o Juiz entrevista o casal que quer se divorciar.
– Por que é que o senhor quer o divórcio?
– Sua Excelência, a minha mulher é preguiçosa e péssima dona de casa. E além do mais, estou farto de chegar em casa e ver a nossa cama cheia de parasitas.
– Isso não me parece ser motivo suficiente para o divórcio! – exclama o Juiz e virando-se para a mulher:
– E a senhora? O que tem a senhora a dizer?
– Sr. Juiz, o meu marido é um ordinário! O senhor não ouviu como ele chamou os meus amigos?

Podia ser pior

É a história de um sujeito que só via o lado bom das coisas. A tal ponto que acabava por irritar todos seus amigos pelo seu otimismo exagerado: não importavam as circunstâncias, sua resposta era sempre do tipo: “podia ser pior!”.

Para fazer-lhe passar este hábito execrável, os amigos resolvem armar-lhe uma peça inventando uma história tão desastrosa que nem ele irá encontrar um lado positivo.

Estão todos reunidos num restaurante jantando quando um dos amigos lhe diz:

– Lembra do Pedro, o advogado? Pois bem, ele voltou mais cedo em casa ontem à noite e encontrou a mulher na cama com outro homem. Pois ele não pestanejou e matou os dois antes de se suicidar!!!

O otimista responde:

– Puxa, que horrível. Mas poderia ter sido pior!

O amigo não acredita no que está ouvindo.

– Como pior? Como pode ser pior do que isso? O otimista explica:

– É que se esta história tivesse acontecido anteontem, eu que estaria morto agora!

No leito de morte

O homem está na cama morrendo, dando os últimos suspiros, e a mulher está ao lado falando-lhe e afagando as mãos carinhosamente:

– Meu amor, quando você for embora, vou ficar tão sozinha!

Gemendo de dor, ele responde:

– Não, não quero isso para você! Procure um bom homem e case-se outra vez!

– Mas como? Não vou encontrar alguém como você, meu bem!

A dor vai aumentando e ele responde:

– Vai sim! E você pode até dar-lhe os meus tacos de golfe para ele jogar com você!

– Não meu amor, não poderei porque teus tacos são para destros e ele é canhoto!

Papagaio deficiente

Um sujeito resolve comprar um animal de estimação. Entra numa loja e o seu olhar detém-se num pequeno papagaio sentado num poleiro de uma gaiola. O papagaio não tem patas!
– O que aconteceu a este papagaio? – pergunta o sujeito.
E o papagaio responde-lhe:
– Eu nasci assim… sou um papagaio deficiente.
– Ah, és? Nesse caso diz-me como é que te manténs no poleiro já que não tens patas!
– Bem – explica o papagaio – é um pouco embaraçoso, mas já que está interessado… Enrolo o meu pênis como um gancho em volta da barra horizontal. E é assim que me seguro… o senhor não pode vê-lo porque está escondido na minha plumagem. Compre-me… olhe que sou uma companhia muito agradável!
O sujeito vê o preço numa etiqueta: 20 contos!
– Infelizmente não posso… és muito caro.
– Calma – sussurra o papagaio – Ninguém me quer porque não tenho patas… se oferecer 2 contos o dono da loja aceita!
E efetivamente o dono da loja aceitou.
O sujeito está deslumbrado porque o papagaio é divertido, interessante, entende de tudo, dá conselhos… e um dia ao regressar do trabalho o papagaio sussurra-lhe:
– Olha, não sei se deva contar… mas é a respeito da tua mulher e do leiteiro!
– O quê? – estranha o sujeito.
– Bem – conta o louro – quando o leiteiro tocou a campainha de manhã a tua mulher foi atender. Ela estava apenas de camisa transparente e beijou-o na boca…
– E o que aconteceu depois? – pergunta o sujeito.
– O leiteiro entrou e fechou a porta. Arrancou-lhe a camisa e começou a beijá-la nos seios, foi descendo devagarinho…
– Porra… e que mais? – pergunta o homem.
– Aí ele sentou-se no sofá, abriu-lhe as pernas e acariciou-a…
O papagaio faz uma pausa e o dono, impaciente, pergunta:
– E depois o que aconteceu? Vamos, conta…
– Aí não sei mais, pois não consegui mais me segurar no poleiro!