Experiência de vida

Duas mulheres muito bonitas e de formas esculturais,verdadeiros aviões, resolvem sacanear um velhinho com mais de 70 anos.
Chegaram perto dele e uma delas perguntou:
– Oi, vovô, tudo bem? O que você faria com duas mulheres tão gostosas como nós duas?
E o velhinho prontamente respondeu:
– Com vocês duas, nada. Mas com quatro ou cinco de vocês, abriria um puteiro.

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Procurando uma solução

O rapaz vai ao médico reclamando do seu desempenho sexual:
– Doutor, na primeira está tudo as mil maravilhas; na segunda, eu preciso de um pouquinho mais de esforço, mas corre tudo bem; mas na terceira doutor… Da-me uma fraqueza, eu sinto uma tremedeira, meu coração começa a bater que nem louco… Parece que vou morrer!
– Então porque não para na segunda? – aconselha o médico.
– De que jeito, doutor? Se a terceira é a minha esposa!

Relato infantil

Joãozinho, depois de ter passado a noite vigiando a irmã que namorava no sofá da sala, conta para a mãe tudo o que viu:
– Mãe, a Suzana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se. Ele ficou perto dela e começou a abraçá-la. A Suzana deve ter começado a ficar doente visto que a sua face começou a ficar vermelha. O namorado deve ter percebido e colocou-lhe a mão por dentro da camisa para sentir o coração, demorando porém muito tempo a encontrá-lo. Penso que ele também começou a ficar doente, porque ambos começaram a arfar e a ficar sem respiração. A outra mão dele também devia estar fria, porque ele meteu-a por baixo da saia da Suzana, que começou logo a escorregar para o fundo do sofá e a dizer que se sentia muito quente. Depois de algum tempo consegui ver o que estava realmente a provocar aquela doença: uma enguia enorme tinha saltado das calças dele, deveria ter uns 17 cm de comprimento. Assim que a avistou Suzana agarrou-a para impedir que ela fugisse. Disse então que era a maior que já tinha visto até aquele dia! De repente, não sei por que, Suzana ficou brava e tentou matá-la comendo-lhe a cabeça, mas parece que não conseguiu e ainda deixou-a escapar. Nisso o namorado dela tirou um saco de plástico do bolso e enfiou a enguia dentro, para que ela não tornasse a escapar. Ao ver isso, Suzana tentou ajudá-lo deitando-se de costas e prendendo a enguia entre as suas pernas enquanto o namorado deitava por cima dela. Nisso a enguia começou a se debater, mas eles, corajosamente, tentavam esmagá-la entre eles. Suzana gemia, gritava e o namorado quase que virava o sofá de tanto esforço. Passado algum tempo, ambos continuavam a gemer, a mexer até que soltaram um grande suspiro de alívio. O namorado dela levantou-se e por certo tinham matado a enguia. Eu sei que estava morta porque a vi dependurada. A Suzana e o namorado estavam cansados da batalha e sentaram-se no sofá e começaram a confortar-se um ao outro. Para animá-la ele começou a beijá-la e, diabos me levem se a enguia que estava morta, não voltou a saltar e a luta recomeçou novamente. Mãe, eu penso que as enguias são como os gatos, tem sete vidas ou mais! Desta vez a Suzana saltou para cima dele e tentou matar a enguia sentando-se nela. Depois de uma luta de 35 minutos, acabaram finalmente por matar a enguia. Eu sei que desta vez ela morreu, porque vi o namorado da Suzana esfolá-la e jogar a pele pela janela!

As necessidades de cada um

Nunca tinha entendido por que as necessidades sexuais dos homens e das mulheres são tão diferentes. Nunca tinha entendido tudo isso de Marte e Vênus. E nunca tinha entendido por que os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.
Uma noite, semana passada, minha mulher e eu estávamos indo para a cama. Bom, começamos a ficar a vontade, fazer carinhos, e nesse momento, ela pára e fala:
– Acho que agora não quero, só quero que você me abrace.
Eu falei:
– O QUE???
Ela falou:
– Você não sabe se conectar com as minhas necessidades emocionais como mulher.
Comecei a pensar no que podia ter falhado. No final, assumi que aquela noite não ia rolar nada, virei e dormi.
No dia seguinte fomos a um grande hipermercado, do tipo Macro, com muitas lojas dentro dele. Dei uma volta enquanto ela experimentava três modelitos caríssimos. Como não podia decidir por um ou outro, falei para comprar os três.
Então ela me falou que precisava de uns sapatos que combinassem, a R$200 cada par, respondi que tudo bem.
Depois fomos à seção de joalheria, de onde saiu com uns brincos de diamantes. Estava tão emocionada! Deveria estar pensando que fiquei louco, agora penso que estava me testando quando pediu uma raquete de tênis, porque nem tênis ela joga. Acredito que acabei com seus esquemas e paradigmas quando falei que sim.
Ela estava quase excitada sexualmente depois de todo isso; vocês tinham que ver a carinha dela, toda feliz quando ela falou:
– Vamos passar no caixa para pagar
Tive dificuldade para me assegurar ao falar com ela:
– Não, meu bem. Acho que agora não quero comprar tudo isso.
Ela ficou pálida.
Ainda falei:
– Só quero que você me abrace.
No momento em que começou a ficar com cara de querer me matar, falei:
– Você não sabe se conectar com as minhas necessidades financeiras como homem!
Acredito que o sexo acabou para mim até o natal de 2010…

Desvendando a vida

O menino está passeando com o pai quando vê um casal de cães transando no meio da rua. Ansioso por conhecer mais sobre a vida, pergunta ao pai o que eles estavam fazendo.
– Eles estão fabricando um cachorrinho – explica o pai.
Naquela mesma noite, o garotinho entra no quarto dos pais e os encontra em pleno ato. Diante da pergunta inevitável e, para manter a coerência, o pai responde:
– Estamos fabricando um irmãozinho para você, meu filho…
– Ah, pai! Então vira ela pro outro lado, porque eu prefiro um cachorrinho!

Tapete de Penélope

O garoto entra no quarto e pega a mãe fazendo a famosa posição sexual “cavalgando” no seu pai. O garoto surpreso, sai correndo. A mãe assustada sai da conhecida posição sexual, se veste e vai atrás do filho, preocupada com o que o garoto tinha visto.

O garoto então pergunta a mãe:

– O que a senhora e o papai estavam fazendo?

Surpresa, a mãe logo pensa em uma desculpa:

– Ora – disse ela. – Seu pai tem uma barrigona e eu estava tentando achatá-la!!

– A senhora esta perdendo seu tempo! – disse o garoto.

– Por quê? – perguntou a mãe e intrigada.

– Toda vez que a senhora vai pro shopping, a vizinha do 301 vem aqui, se ajoelha, e sopra tudo de volta!