Loucos no ar

Devido às reformas num manicômio, as autoridades médicas decidem transferir um grupo de loucos para outro lugar. Para que a viagem seja mais rápida são todos colocados num avião. Já em pleno vôo, o piloto, cansado de pedir a eles pelo alto-falante que parem de jogar futebol dentro do avião, diz para o co-piloto:

– Talvez atendam você, se falar com eles pessoalmente. Quer tentar?

O co-piloto sai da cabina e vai para o compartimento de passageiros. Daí a pouco ouvem-se gritos horríveis. Depois, o silêncio é total. Quando volta, o piloto pergunta:

– Incrível! Como é que você conseguiu?

– Fácil: mandei-os jogar bola na rua.

Fanáticos por futebol

Dois amigos, fanáticos por futebol, fizeram um pacto: “quem morresse primeiro, voltaria para dizer ao outro se existia futebol no céu.”

Um belo dia um deles morreu. E como prometido, voltou à noite, para cumprir o pacto.

Passado o susto inicial, o amigo (morto) disse:

– Tenho uma boa e uma má notícia para você.

– Comece pela boa, disse o amigo (vivo).

– Sim, existe futebol no céu.

– E a má notícia?

– Você está escalado para jogar amanhã.

Registrando o filho

Um flamenguista fanático chega em um cartório para registrar seu filho que acabara de nascer. O oficial pergunta:

– Que nome o sr. quer colocar em seu filho?

E o flamenguista:

– Arquibancada do framengo!

O cara se espanta e diz logo:

– De maneira nenhuma, o sr. não pode registrar seu filho com esse nome, além de ridículo é ilegal!

– Como ilegal? Eu quero esse nome e pronto!

– Mas não pode, de onde o sr. tirou essa ideia?

– Copiei de um vizinho meu que colocou o nome do filho dele de Geraldo Botafogo.