Siga as intruções

Certa vez um cara estava viajando de avião e queria ir ao banheiro. Porém, toda vez que ele se levantava para ir o banheiro dos homens, estava ocupado. Depois da 10ª vez ele foi reclamar com a aeromoça:

– Por favor, preciso ir ao banheiro e está sempre ocupado. Você pode me ajudar?

– Olha, porque o Sr. não utiliza o banheiro das mulheres? Apenas tome cuidado para não apertar nenhum dos quatro botões ao lado do vaso…

O rapaz aliviado foi para o banheiro das mulheres e fez o serviço completo. Depois de acabar resolveu dar uma olhada nos botões ao lado do vaso e ficou extremamente curioso. Eram quatro botões nos quais estava escrito: AM, SAQ, AT e RAT. Então ele pensou:

– Não pode acontecer nada de mais, vou experimentar esse primeiro.

E apertou o botão AM. Qual não foi sua surpresa quanto um jato de Água Morna atingiu sua buzanfa.

– Que maravilha! Assim é muito mais confortável…

E apertou o botão SAQ. Nesse momento foi acionado a Secagem com Ar Quente e ele se deliciou.

– Uau! Deve ser por isso que essas mulheres demoram tanto tempo no banheiro, que conforto!

Já mais tranquilo ele apertou o terceiro botão: AT, e uma Almofada de Talco foi passada suavemente sobre suas nádegas. O rapaz então foi ao delírio.

– Que sacanagem, enquanto a gente fica naquele banheiro sujo e apertado elas ficam aqui no maior conforto!

Então resolveu apertar o ultimo botão, “RAT”… Acordou dias depois num hospital, sem entender nada. Chamou a enfermeira e perguntou:

– O que aconteceu, onde estou?

– O Sr. esta no hospital Santo Krentel. Foi trazido para cá pela companhia aérea depois de apertar o botão do removedor Automático de Tampax.

– A propósito, seu pênis está debaixo do travesseiro.

Loucos no ar

Devido às reformas num manicômio, as autoridades médicas decidem transferir um grupo de loucos para outro lugar. Para que a viagem seja mais rápida são todos colocados num avião. Já em pleno vôo, o piloto, cansado de pedir a eles pelo alto-falante que parem de jogar futebol dentro do avião, diz para o co-piloto:

– Talvez atendam você, se falar com eles pessoalmente. Quer tentar?

O co-piloto sai da cabina e vai para o compartimento de passageiros. Daí a pouco ouvem-se gritos horríveis. Depois, o silêncio é total. Quando volta, o piloto pergunta:

– Incrível! Como é que você conseguiu?

– Fácil: mandei-os jogar bola na rua.

Loura fenomenal

O sujeito vai fazer uma viagem de avião, senta-se ao lado de uma loura fenomenal e vai logo puxando conversa.

– O que você faz?

– Eu sou sexóloga!

– Puxa, que legal! – disse ele, começando a se animar.

– Eu estudo o comportamento sexual das pessoas. Neste instante estou indo a Paris para apresentar a minha tese sobre a influência da etnia na vida sexual das pessoas.

– Como assim?

– Vou dar um exemplo: Em meus estudos eu descobri que os índios são os que têm os maiores membros.

– Hum… Interessante.

– Já os judeus são os que conseguem manter a ereção por mais tempo, enquanto os brasileiros são os amantes mais quentes… E você, o que faz?

– Eu sou, empresário, muito prazer, me chamo João Touro Bravo Rosenberg.

Psicologia loiriana

Em um avião indo para Nova York, a comissária se dirige a uma loira sentada na divisão reservada para a primeira classe e pede para que ela se mude para a classe econômica,pois a mesma não tinha passagem para estar sentada ali.

A loira, indignada, disse:

– Eu sou loira, eu sou linda, estou indo para Nova York, não vou sair e pronto!

Não querendo criar uma situação constrangedora e sem poder argumentar com a passageira,a comissária pede para o co-piloto ir falar com ela. Ele dirigiu-se para a mulher e pediu que ela fizesse a gentileza de sair da primeira classe, pois o bilhete que ela tinha comprado era para outro setor.

Novamente a loira responde:

– Olha aqui: eu sou loira, linda, estou indo para Nova York e não vou sair, já disse!

O co-piloto voltou desanimado para a cabine de comando e perguntou para o piloto o que deveria fazer.

O piloto disse:

– Eu sou casado com uma loira e sei como lidar com isso.

E foi para a primeira classe, sussurrou alguma coisa no ouvida da loira e ela imediatamente pulou da cadeira e correu para o setor econômico, resmungando para si:

– Por que ninguém me disse isso antes?

Surpresos, a comissária e o co-piloto perguntaram o que ele havia dito para a loira, que a convenceu a sair.

– Foi simples, eu disse para ela que a primeira classe não estava indo para Nova York…

Futebol no Avião

Devido à superlotação de um hospício, alguns internos tiveram que ser transferidos para outra cidade, de avião. Já em pleno vôo, o piloto tentava convencer os loucos, pelo rádio, a parar de jogar futebol dentro do avião, até que teve que apelar para o co-piloto:

– Pelo amor de Deus, vai falar com esse loucos! Talvez eles atendam você, se for falar pessoalmente!

O co-piloto sai da cabine e vai ter com os loucos. Depois de pouco tempo, ele volta e o silêncio é total.

– Incrível! – aplaudiu o piloto – Como você conseguiu fazer esses malucos pararem?

– Foi fácil – respondeu o co-piloto – Eu mandei eles jogarem bola na rua!

O papagaio e o wisky

Nervoso com a turbulência, o sujeito, todo educado, pede pela quinta vez para a aeromoça lhe trazer um wisky, mas ela continua fingindo que não o ouve.

Sentado ao seu lado, o papagaio comenta:

— Você está sendo gentil demais com a moça! Mulher gosta de ser maltratada! Quer ver só?

E assim que a aeromoça passa pelo corredor, o papagaio grita:

— Ô, sua filha de uma puta, me traz logo um copo de wisky com bastante gelo!

Dois minutos depois ele é atendido.

— Viu como funciona?

O sujeito torna a fazer o seu pedido, educadamente e nada.

Dez minutos depois o papagaio, de novo:

— Aí, sua vagabunda do caralho! Não está vendo que o meu copo está vazio? Traz lá mais uma dose dessa porra de wisky, sua piranha!

Um minuto depois o copo do papagaio está cheio novamente.

Aí o sujeito perde a paciência.

— Escuta aqui, sua vaca! Traz uma dose de wisky pra mim também senão eu vou lhe enfiar um cacete nesse teu rabo fedido!

Dois minutos depois a aeromoça volta acompanhada de dois seguranças que pegam o passageiro pelo colarinho, abrem a porta do avião e o atiram a dois mil metros de altura.

Antes de cair, ele ainda ouve o papagaio comentar:

— Pra quem não voa, este cara é muito folgado, não é?