Futebol no Avião

Devido à superlotação de um hospício, alguns internos tiveram que ser transferidos para outra cidade, de avião. Já em pleno vôo, o piloto tentava convencer os loucos, pelo rádio, a parar de jogar futebol dentro do avião, até que teve que apelar para o co-piloto:

– Pelo amor de Deus, vai falar com esse loucos! Talvez eles atendam você, se for falar pessoalmente!

O co-piloto sai da cabine e vai ter com os loucos. Depois de pouco tempo, ele volta e o silêncio é total.

– Incrível! – aplaudiu o piloto – Como você conseguiu fazer esses malucos pararem?

– Foi fácil – respondeu o co-piloto – Eu mandei eles jogarem bola na rua!

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O papagaio e o wisky

Nervoso com a turbulência, o sujeito, todo educado, pede pela quinta vez para a aeromoça lhe trazer um wisky, mas ela continua fingindo que não o ouve.

Sentado ao seu lado, o papagaio comenta:

— Você está sendo gentil demais com a moça! Mulher gosta de ser maltratada! Quer ver só?

E assim que a aeromoça passa pelo corredor, o papagaio grita:

— Ô, sua filha de uma puta, me traz logo um copo de wisky com bastante gelo!

Dois minutos depois ele é atendido.

— Viu como funciona?

O sujeito torna a fazer o seu pedido, educadamente e nada.

Dez minutos depois o papagaio, de novo:

— Aí, sua vagabunda do caralho! Não está vendo que o meu copo está vazio? Traz lá mais uma dose dessa porra de wisky, sua piranha!

Um minuto depois o copo do papagaio está cheio novamente.

Aí o sujeito perde a paciência.

— Escuta aqui, sua vaca! Traz uma dose de wisky pra mim também senão eu vou lhe enfiar um cacete nesse teu rabo fedido!

Dois minutos depois a aeromoça volta acompanhada de dois seguranças que pegam o passageiro pelo colarinho, abrem a porta do avião e o atiram a dois mil metros de altura.

Antes de cair, ele ainda ouve o papagaio comentar:

— Pra quem não voa, este cara é muito folgado, não é?

Um vôo arriscado

A sala de espera estava lotada de passageiros para o vôo 171, da Gaivota’s Airlines, que já estava meia hora atrasado. As aeromoças tentavam tranquilizar os passageiros, dizendo que a equipe de vôo ainda estava a caminho, quando de repente aparece o co-piloto, todo uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca, tateando pelo caminho. Uma das aeromoças da companhia o encaminha até o avião enquanto os passageiros não acreditam no que vêem. Ela logo trata de se explicar:

– Sei que pode parecer estranho, mas apesar do Comandante Walter Bengala ser cego, ele é o melhor co-piloto da companhia!

Os passageiros ficam apreensivos e, alguns minutos depois, chega um outro funcionário, também uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca, amparado por uma prestativa aeromoça, que toma a frente e diz, cheia de convicção:

– Senhores passageiros, apesar do piloto Inácio Bengala ser cego, ele é o melhor co-piloto da companhia e, juntamente com o seu irmão, formam a melhor dupla que esta empresa já teve!

Todos os passageiros ficam chocados e surpresos com a cena, mas mesmo assim embarcam no avião. O comandante avisa que o avião vai levantar vôo ele começa a correr pela pista, cada vez mais rápido. Todos os passageiros se olham, suando e com muito medo da situação.

O avião vai aumentando a velocidade e nada de levantar vôo. A pista está quase acabando o avião nem dá sinal de sair do chão. Todos começam a ficar cada vez mais apavorados. O desespero toma conta dos mais medrosos, enquanto alguns ainda ficam firmes, confiando na competência cega dos pilotos.

Alguns segundos depois nem esses se seguram e todos começam a gritar histericamente e só se acalmam quando o avião decola, ganhando o céu, subindo suavemente e provando a competência dos pilotos cegos. Todos ficam aliviados até que o piloto, que ainda não havia desligado o microfone, vira-se para o co-piloto e diz:

– Já pensou se algum dia o pessoal não gritar?

Cobrindo a Queimada

Um fotógrafo daquele famoso jornal precisava fazer um serviço urgente: fotografar uma gigantesca queimada em uma reserva florestal. Depois de chegar ao aeroporto, ele pede o aluguel de um pequeno avião e corre pra pista. Lá ele encontra o piloto com o motor ligado, entra no avião e grita:

– Vamos!

O piloto taxeia pela pista e decola. Em pleno vôo, o fotógrafo diz:

– Você está vendo aquela fumaça lá na frente? Quero que você chegue o mais próximo que puder!

– Mas por quê? – pergunta o piloto.

– Ué, pra tirar minhas fotos! Eu sou fotógrafo!!!

O piloto fica alguns segundos em silêncio e diz:

– Deixa de brincadeira, vai? Fala logo que você é o meu professor de pilotagem!

Preconceito em ordem alfabética

Num avião, o piloto informa:

– Senhoras e Senhores, o avião está a perder altitude e toda a bagagem deve ser atirada fora!

Apesar de mais coisas serem lançadas fora, o avião continua a perder altitude.

– Estamos ainda a baixar! Temos que atirar fora algumas pessoas… – avisa o piloto.

Há um grande rebuliço entre os passageiros. E continua o piloto…

– Para fazer isso, os passageiros serão jogados fora em ordem alfabética! Assim, começamos pela letra A: há algum “Afro” a bordo?

Ninguém se move.

– “B”… algum Black a bordo?

Nada.

– “C”… algum Crioulo a bordo?

Nada.

– “D”… alguém De cor?

De novo ninguém se mexe.

– “E”….algum mais Escurinho?

Nada.

Nisto, um pequeno menino pretinho pergunta ao pai:

– Pai? Afinal, o que somos nós?

– Esta noite, filho, nós somos Zulus.

Cobrindo a queimada

Um fotógrafo daquele famoso jornal precisava fazer um serviço urgente: fotografar uma gigantesca queimada em uma reserva florestal.

Depois de chegar ao aeroporto, ele pede o aluguel de um pequeno avião e corre pra pista. Lá ele encontra o piloto com o motor ligado, entra no avião e grita:

– Vamos!

O piloto taxeia pela pista e decola. Em pleno vôo, o fotógrafo diz:

– Você está vendo aquela fumaça lá na frente? Quero que você chegue o mais próximo que puder!

– Mas por quê? pergunta o piloto.

– Ué, pra tirar minhas fotos! Eu sou fotógrafo!!!

O piloto fica alguns segundos em silêncio e diz:

– Deixa de brincadeira, vai… Está me deixando nervoso. Fala logo que você é o meu professor de pilotagem!