Queixa de Esposa

A mulher se queixava, quase em prantos, à sua empregada:
– Oh, Maria, acho que meu marido está me enganando com a secretária!
– Não acredito! A senhora está dizendo isso pra me deixar com ciúmes!

Podia ser pior

É a história de um sujeito que só via o lado bom das coisas. A tal ponto que acabava por irritar todos seus amigos pelo seu otimismo exagerado: não importavam as circunstâncias, sua resposta era sempre do tipo: “podia ser pior!”.

Para fazer-lhe passar este hábito execrável, os amigos resolvem armar-lhe uma peça inventando uma história tão desastrosa que nem ele irá encontrar um lado positivo.

Estão todos reunidos num restaurante jantando quando um dos amigos lhe diz:

– Lembra do Pedro, o advogado? Pois bem, ele voltou mais cedo em casa ontem à noite e encontrou a mulher na cama com outro homem. Pois ele não pestanejou e matou os dois antes de se suicidar!!!

O otimista responde:

– Puxa, que horrível. Mas poderia ter sido pior!

O amigo não acredita no que está ouvindo.

– Como pior? Como pode ser pior do que isso? O otimista explica:

– É que se esta história tivesse acontecido anteontem, eu que estaria morto agora!

No leito de morte

O homem está na cama morrendo, dando os últimos suspiros, e a mulher está ao lado falando-lhe e afagando as mãos carinhosamente:

– Meu amor, quando você for embora, vou ficar tão sozinha!

Gemendo de dor, ele responde:

– Não, não quero isso para você! Procure um bom homem e case-se outra vez!

– Mas como? Não vou encontrar alguém como você, meu bem!

A dor vai aumentando e ele responde:

– Vai sim! E você pode até dar-lhe os meus tacos de golfe para ele jogar com você!

– Não meu amor, não poderei porque teus tacos são para destros e ele é canhoto!

Papagaio deficiente

Um sujeito resolve comprar um animal de estimação. Entra numa loja e o seu olhar detém-se num pequeno papagaio sentado num poleiro de uma gaiola. O papagaio não tem patas!
– O que aconteceu a este papagaio? – pergunta o sujeito.
E o papagaio responde-lhe:
– Eu nasci assim… sou um papagaio deficiente.
– Ah, és? Nesse caso diz-me como é que te manténs no poleiro já que não tens patas!
– Bem – explica o papagaio – é um pouco embaraçoso, mas já que está interessado… Enrolo o meu pênis como um gancho em volta da barra horizontal. E é assim que me seguro… o senhor não pode vê-lo porque está escondido na minha plumagem. Compre-me… olhe que sou uma companhia muito agradável!
O sujeito vê o preço numa etiqueta: 20 contos!
– Infelizmente não posso… és muito caro.
– Calma – sussurra o papagaio – Ninguém me quer porque não tenho patas… se oferecer 2 contos o dono da loja aceita!
E efetivamente o dono da loja aceitou.
O sujeito está deslumbrado porque o papagaio é divertido, interessante, entende de tudo, dá conselhos… e um dia ao regressar do trabalho o papagaio sussurra-lhe:
– Olha, não sei se deva contar… mas é a respeito da tua mulher e do leiteiro!
– O quê? – estranha o sujeito.
– Bem – conta o louro – quando o leiteiro tocou a campainha de manhã a tua mulher foi atender. Ela estava apenas de camisa transparente e beijou-o na boca…
– E o que aconteceu depois? – pergunta o sujeito.
– O leiteiro entrou e fechou a porta. Arrancou-lhe a camisa e começou a beijá-la nos seios, foi descendo devagarinho…
– Porra… e que mais? – pergunta o homem.
– Aí ele sentou-se no sofá, abriu-lhe as pernas e acariciou-a…
O papagaio faz uma pausa e o dono, impaciente, pergunta:
– E depois o que aconteceu? Vamos, conta…
– Aí não sei mais, pois não consegui mais me segurar no poleiro!

Explicações

Havia um casal que estava casado havia 20 anos e sempre que faziam sexo o marido insistia em desligar a luz. Após 20 anos, a mulher achava que aquilo era estúpido. Decidiu que iria tirar ao marido esse hábito desnecessário.
Então, certa noite enquanto o faziam, ela acendeu as luzes. Ela olhou e viu o marido com um vibrador na mão. Ela ficou louca!
– Seu cabrão impotente! – grita. – Como pudeste mentir-me durante estes anos todos!? É melhor explicares-te bem!
O marido olhou-a bem nos olhos e, calmamente, disse:
– Eu explico o vibrador se tu explicares os nossos três filhos…

Depende do tempo

O sujeito está na cama com a amante quando ouve os passos do marido. A mulher manda-o pegar as roupas e pular pela janela. Ele reluta, porque está caindo uma chuva forte, mas, não tendo outro jeito, pula, e cai na rua, no meio de uma maratona. Ele aproveita e corre junto com os outros, que o olham de um jeito esquisito. Afinal, ele está pelado!

Um outro corredor pergunta:

– Você sempre corre assim pelado?

– Sim! – responde o amante – É tão bom ter essa sensação de liberdade…

Outro corredor pergunta:

– Mas você sempre corre carregando sua roupas?

O sujeito não se dá por vencido:

– Eu gosto assim. Posso me vestir no fim da corrida e pegar o carro para ir para casa…

Um terceiro corredor insiste:

– Mas você sempre coloca uma camisinha quando corre?

O sujeito responde:

– Só quando está chovendo!

Economizando

O marido virou-se para a mulher e disse:
– Bem, vamos colocar uma nota de R$ 5,00 no cofre toda vez que transarmos?
A mulher concordou. E quando chegou o fim do ano, ele disse:
– Vamos ver quanto já temos?
E ao abrir o cofre, ele surpreso, perguntou:
– Por quê aqui há notas de R$ 10,00 e de R$ 50,00?
Ela respondeu:
– Você pensa que todo mundo é pão duro como você?!

Ops

Um jovem casal foi convidado para uma festa a fantasia. A esposa acabou tendo uma terrível dor de cabeça e falou para seu marido ir à festa sozinho e aproveitar. Ele falou que não queria ir sozinho, mas ela insistiu, dizendo que ia tomar uma aspirina e ficar em casa, de cama.
Ela argumentou que não havia motivo para ele perder a festa. Concordando, ele pegou sua fantasia e saiu. A esposa, após dormir por uma hora, acordou sem dor de cabeça, e como ainda era cedo, decidiu ir à festa.
Como seu marido não sabia qual era sua fantasia, ela achou que ia ser uma boa oportunidade de assistir seu marido em ação, quando ela não estava por perto. Ela chegou a festa e logo viu seu marido na pista de dança, dançando com uma mulher muito bonita, pegando aqui e beijando ali. Ela logo ficou do lado dele, se insinuando e indicando que estava disposta a iniciar algo “mais agitado” com ele. Ela deixou-o ir até onde ele quis, pois, afinal, era seu marido.
Finalmente, ele sussurrou alguma coisa em seu ouvido e ela concordou; foram para o carro e deram uma completa, com direito à sobremesa.
Logo ela o deixou e foi embora para casa, sem se revelar, e voltou para a cama imaginando qual seria a explicação que o marido daria sobre seu comportamento na festa. Ela estava lendo na cama quando ele chegou; e ela perguntou o que ele havia feito. Ele disse:
– Ah, a mesma coisa de sempre. Você sabe que eu nunca me divirto quando você não está.
Ela perguntou:
– Você dançou muito?
– Vou te contar uma coisa, eu não dancei uma música. Quando eu fui para a festa, encontrei o Zeca e o resto da moçada, então fomos para a cozinha e jogamos pôquer a noite inteira. Mas vou te dizer uma coisa…
o cara que pegou a minha fantasia emprestada disse que teve uma noite incrível!

Pedestrianismo nudista

O sujeito está na cama com a amante, na casa dela, quando ouve os passos do marido. A mulher manda-o pegar as roupas e pular pela janela. Ele reluta, porque está caindo uma chuva forte, mas, não tendo outro jeito, pula,
e cai na rua, no meio de uma maratona. Ele aproveita e corre junto com os outros, que o olham de um jeito
esquisito. Afinal, ele está pelado!

Um outro corredor pergunta:

-Você sempre corre assim pelado?

-Sim! – responde o amante – É tão bom ter essa sensação de liberdade.

Outro corredor pergunta:

-Mas você sempre corre carregando suas roupas? O sujeito não se dá por vencido:

-Eu gosto assim. Posso me vestir no fim da corrida e pegar o carro para ir para casa…

Um terceiro corredor insiste:

-Mas você sempre coloca uma camisinha quando corre?

O sujeito responde:

-Só quando está chovendo!!!!!