Voltando de Viagem

Ao chegar de viagem, dona Tereza pergunta para o filho de cinco anos:
– E aí, Joãozinho? Correu tubo bem por aqui na minha ausência?
– Tudo mamãe! Só teve um dia que deu uma chuva muito forte e eu fiquei com medo e o papai veio dormir com eu.
– Comigo, Joãozinho! – corrigiu a empregada.
– Não, Maria! Isso foi no sábado! Eu estou falando de domingo, quando choveu!

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Relato infantil

Joãozinho, depois de ter passado a noite vigiando a irmã que namorava no sofá da sala, conta para a mãe tudo o que viu:
– Mãe, a Suzana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se. Ele ficou perto dela e começou a abraçá-la. A Suzana deve ter começado a ficar doente visto que a sua face começou a ficar vermelha. O namorado deve ter percebido e colocou-lhe a mão por dentro da camisa para sentir o coração, demorando porém muito tempo a encontrá-lo. Penso que ele também começou a ficar doente, porque ambos começaram a arfar e a ficar sem respiração. A outra mão dele também devia estar fria, porque ele meteu-a por baixo da saia da Suzana, que começou logo a escorregar para o fundo do sofá e a dizer que se sentia muito quente. Depois de algum tempo consegui ver o que estava realmente a provocar aquela doença: uma enguia enorme tinha saltado das calças dele, deveria ter uns 17 cm de comprimento. Assim que a avistou Suzana agarrou-a para impedir que ela fugisse. Disse então que era a maior que já tinha visto até aquele dia! De repente, não sei por que, Suzana ficou brava e tentou matá-la comendo-lhe a cabeça, mas parece que não conseguiu e ainda deixou-a escapar. Nisso o namorado dela tirou um saco de plástico do bolso e enfiou a enguia dentro, para que ela não tornasse a escapar. Ao ver isso, Suzana tentou ajudá-lo deitando-se de costas e prendendo a enguia entre as suas pernas enquanto o namorado deitava por cima dela. Nisso a enguia começou a se debater, mas eles, corajosamente, tentavam esmagá-la entre eles. Suzana gemia, gritava e o namorado quase que virava o sofá de tanto esforço. Passado algum tempo, ambos continuavam a gemer, a mexer até que soltaram um grande suspiro de alívio. O namorado dela levantou-se e por certo tinham matado a enguia. Eu sei que estava morta porque a vi dependurada. A Suzana e o namorado estavam cansados da batalha e sentaram-se no sofá e começaram a confortar-se um ao outro. Para animá-la ele começou a beijá-la e, diabos me levem se a enguia que estava morta, não voltou a saltar e a luta recomeçou novamente. Mãe, eu penso que as enguias são como os gatos, tem sete vidas ou mais! Desta vez a Suzana saltou para cima dele e tentou matar a enguia sentando-se nela. Depois de uma luta de 35 minutos, acabaram finalmente por matar a enguia. Eu sei que desta vez ela morreu, porque vi o namorado da Suzana esfolá-la e jogar a pele pela janela!

Primeiras experiências

Dois garotos de uns 10 ou 12 anos estão escondidos numa casa de tolerância para aprender como é que a coisa funciona.
E eles descobrem que é sempre da mesma forma:
Um senhor bate na porta e uma voz de dentro pergunta:
“O que você quer?”.
O senhor responde:
“Você sabe o que eu quero!”
Então a voz diz:
“Quanto você tem?”
E o senhor responde:
“100 reais” ou “200 reais”.
E então o senhor é convidado a entrar. Via de regra, uma moça jovem e muito bonita com muito pouca roupa é que abre a porta.
Intrigados, os dois moleques resolvem ver de mais perto essas moças quase nuas. Ei-los batendo na porta.
“O que vocês querem?” pergunta a voz.
“Você sabe o que queremos” respondem eles em uníssono.
“Quanto vocês têm?” continua a voz.
“Temos 10 reais cada um”.
Neste momento a porta se abre e uma velha toda pelancuda os pega pelo braço e os leva até um quarto. Lá ela abre o roupão e, um após o outro, fricciona seus rostos sobre seu sexo durante uns bons dez segundos.
Cem metros depois de terem saído da casa, os dois garotos estão ainda cuspindo e tentando limpar o rosto. Um deles finalmente diz:
– Ainda bem que só tínhamos 10 reais, porque eu não estava agüentando mais!

Desvendando a vida

O menino está passeando com o pai quando vê um casal de cães transando no meio da rua. Ansioso por conhecer mais sobre a vida, pergunta ao pai o que eles estavam fazendo.
– Eles estão fabricando um cachorrinho – explica o pai.
Naquela mesma noite, o garotinho entra no quarto dos pais e os encontra em pleno ato. Diante da pergunta inevitável e, para manter a coerência, o pai responde:
– Estamos fabricando um irmãozinho para você, meu filho…
– Ah, pai! Então vira ela pro outro lado, porque eu prefiro um cachorrinho!

Memória boa

Joãozinho, Pedrinho e Juquinha apostavam quem tinha uma memória melhor.
– Eu consigo me lembrar perfeitamente – gabava-se o Pedrinho – do tempo que a minha mãe me dava de mamar. Se eu fecho os olhos sou capaz de sentir o calor do seu peito…
– Isso não é nada – retrucou Juquinha. – Pois eu me lembro no dia em que eu nasci… Aquele tunel escuro… e o médico me segurando pelas pernas…
– Isso não é nada – argumentou Joãozinho. – Eu me lembro de ter ido num piquenique com o meu pai e voltado com a minha mãe!

Presentes

Último dia de aula, os alunos resolvem presentear a professora.
O filho do dono de uma doceria entrega-lhe uma caixa. Ela dá uma sacudidinha:
– São bombons?
– Acertou, professora!
A filha do dono da livraria entrega-lhe o seu embrulho.
– Esse está pesado. Acho que é um livro…
– Acertou, professora!
O filho do dono do Bar entrega-lhe o seu presente. Ela nota um pequeno vazamento na embalagem, passa o dedo, apanha uma gota, experimenta
e arrisca:
– É um vinho?
– Não, professora.
Ela experimenta mais uma gota.
– É um Whisky?
– Também, não…
– Desisto! O que você me deu?
E o menino:
– Um cachorrinho…