Saindo pela culatra

Uma mulher viaja por dois dias para visitar uma amiga doente. Quando ela volta ao apartamento, o seu filhinho a abraça dizendo:

– Mamãe, mamãe, adivinha o que aconteceu? Ontem, enquanto eu estava brincando dentro do seu armário, o papai entrou no quarto com a vizinha, eles tiraram a roupa, deitaram na cama, o papai pulou em cima dela e…

A mãe cobre a boca do menino com a mão e diz:

– Não diga mais nada agora, meu filho. Vamos esperar seu pai voltar e você repete isso, ok?

O pai volta do trabalho e a mulher lhe joga na cara:

– Vou embora. Vou fazer as malas e vou embora.

– Mas por que?

A mãe, volta-se para o menino e diz:

– Fala, filho. Conta pra ele o que você me falou.

E o garotinho:

– Ontem, enquanto eu estava brincando dentro do seu armário, o papai entrou no quarto com a vizinha, eles tiraram a roupa, deitaram na cama, o papai pulou em cima dela e eles fizeram igualzinho a você e tio Manoel, quando papai viajou no mês passado.

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Experiência infantil

Três garotinhas, uma de nove, outra de sete e a outra de cinco anos, estão passeando num parque quando avistam um casal semi-nu atrás de um arbusto.
– Olha – diz a mais velha. – Tem um casal brincando atrás daquele arbusto.
– Brincando nada – corrige a do meio. – Eles estão fazendo amor!
E a mais nova acrescenta:
– E mal!

Pesquisando as Origens

O garotinho chega para o pai e pergunta:
– Pai, de onde eu vim?
– Bem, filho – começou o pai, visivelmente constrangido. – Você sabe… o papai tem uma sementinha… – e durante meia hora explicou para o garoto da maneira mais didática possível como funcionava o processo de acasalamento.
Quando terminou, o garotinho olhou-o com semblante sério e disse:
– Ah! Entendi!
E o pai:
– Mas por que você resolveu me perguntar isso justamente agora, filho?
– É que o Luisinho me disse que ele veio de Uberaba!

Voltando de Viagem

Ao chegar de viagem, dona Tereza pergunta para o filho de cinco anos:
– E aí, Joãozinho? Correu tubo bem por aqui na minha ausência?
– Tudo mamãe! Só teve um dia que deu uma chuva muito forte e eu fiquei com medo e o papai veio dormir com eu.
– Comigo, Joãozinho! – corrigiu a empregada.
– Não, Maria! Isso foi no sábado! Eu estou falando de domingo, quando choveu!

Relato infantil

Joãozinho, depois de ter passado a noite vigiando a irmã que namorava no sofá da sala, conta para a mãe tudo o que viu:
– Mãe, a Suzana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se. Ele ficou perto dela e começou a abraçá-la. A Suzana deve ter começado a ficar doente visto que a sua face começou a ficar vermelha. O namorado deve ter percebido e colocou-lhe a mão por dentro da camisa para sentir o coração, demorando porém muito tempo a encontrá-lo. Penso que ele também começou a ficar doente, porque ambos começaram a arfar e a ficar sem respiração. A outra mão dele também devia estar fria, porque ele meteu-a por baixo da saia da Suzana, que começou logo a escorregar para o fundo do sofá e a dizer que se sentia muito quente. Depois de algum tempo consegui ver o que estava realmente a provocar aquela doença: uma enguia enorme tinha saltado das calças dele, deveria ter uns 17 cm de comprimento. Assim que a avistou Suzana agarrou-a para impedir que ela fugisse. Disse então que era a maior que já tinha visto até aquele dia! De repente, não sei por que, Suzana ficou brava e tentou matá-la comendo-lhe a cabeça, mas parece que não conseguiu e ainda deixou-a escapar. Nisso o namorado dela tirou um saco de plástico do bolso e enfiou a enguia dentro, para que ela não tornasse a escapar. Ao ver isso, Suzana tentou ajudá-lo deitando-se de costas e prendendo a enguia entre as suas pernas enquanto o namorado deitava por cima dela. Nisso a enguia começou a se debater, mas eles, corajosamente, tentavam esmagá-la entre eles. Suzana gemia, gritava e o namorado quase que virava o sofá de tanto esforço. Passado algum tempo, ambos continuavam a gemer, a mexer até que soltaram um grande suspiro de alívio. O namorado dela levantou-se e por certo tinham matado a enguia. Eu sei que estava morta porque a vi dependurada. A Suzana e o namorado estavam cansados da batalha e sentaram-se no sofá e começaram a confortar-se um ao outro. Para animá-la ele começou a beijá-la e, diabos me levem se a enguia que estava morta, não voltou a saltar e a luta recomeçou novamente. Mãe, eu penso que as enguias são como os gatos, tem sete vidas ou mais! Desta vez a Suzana saltou para cima dele e tentou matar a enguia sentando-se nela. Depois de uma luta de 35 minutos, acabaram finalmente por matar a enguia. Eu sei que desta vez ela morreu, porque vi o namorado da Suzana esfolá-la e jogar a pele pela janela!