O sequestro

Uma loira estava com problemas financeiros, então resolveu sequestrar uma criança e pedir um resgate por ela. Ela foi a um parque local e agarrou um pequeno garoto, o levou para trás de uma árvore e escreveu um bilhete:

“Eu raptei seu filho.

Deixe R$ 10.000,00 no saco marrom atrás do grande carvalho do parque amanhã às 7 da manhã.

A Loira”

Ela dobrou o bilhete, o colocou na jaqueta do garoto e o mandou ir direito para casa entregar o bilhete a mãe.

Na manhã seguinte ela voltou ao parque para encontrar o dinheiro no saco marrom atrás da grande árvore, exatamente como ela havia requisitado. Porém, além do dinheiro ainda estava dentro do saco um bilhete dizendo:

“Aqui está seu dinheiro. Mas eu ainda não posso acreditar que uma loira possa fazer isso com outra.”

Tempos modernos

– Meus filhos todos têm nomes tecnológicos.
– Não brinca!
– Sério. O mais velho é o Ueize, depois vem o Iperlinque, o Desquitópi e as gêmeas Onlaine e Ofilaine…
– Caramba!
– E tem o caçula: o Cláudio.
– Cláudio? Mas não eram todos nomes tecnológicos?
– Então! Cláudio é nuvem em inglês!

Fotógrafo de crianças

Em determinado país, havia um efetivo favorecimento à natalidade, pois o número de habitantes estava caindo e o número de idosos crescia assustadoramente. Necessitando de mão-de-obra, o governo decretou uma lei que obrigava os casais a terem um certo número de filhos. Previa também uma tolerância de cinco anos após o casamento, no fim dos quais o casal deveria ter pelo menos um pimpolho. Aos casais que no fim do prazo não conseguissem ter um filho, o governo destacaria um agente auxiliar
para que a criança fosse gerada. E assim, tivemos este diálogo entre um casal:

Mulher: Querido, completamos hoje cinco anos de casamento.
Marido: É…e infelizmente não tivemos nenhum filho.
Mulher: Será que eles vão mandar o tal agente?
Marido: Não sei…talvez mandem.
Mulher: E se ele vier ?
Marido: Bem, eu não posso fazer nada.
Mulher: E eu, menos ainda.

Logo após a saída do marido para o trabalho, bateram à porta. A mulher abriu e encontrou um homem bem apessoado a sua espera. Tratava-se de um fotógrafo que errara o endereço ao qual deveria atender. Coincidentemente, ele estava procurando uma casa que havia recebido a visita da dona cegonha:

Homem: Bom dia! Eu sou…
Mulher: Ah…já sei! Pode entrar.
Homem: Seu esposo está em casa?
Mulher: Não, ele foi trabalhar.
Homem: Presumo que ele esteja a par.
Mulher: Sim, ele está sabendo de tudo e eu também concordo.
Homem: Ótimo, então vamos começar logo.
Mulher: Mas já? Tão rápido…
Homem: Preciso ser breve pois tenho 16 casais para visitar.
Mulher: Minha nossa! O senhor aguenta?
Homem: Sim, pois eu gostos do meu trabalho. Ademais, ele me dá muito prazer.
Mulher: Então vamos começar. Como faremos?
Homem: Permita-me sugerir. Uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá, uma no corredor e uma no banheiro.
Mulher: Uau! Não está exagerando?
Homem: Bem, na primeira tentativa podemos acertar na mosca…
Mulher: O senhor já visitou alguma casa nesse bairro?
Homem: Não, mas tenho comigo algumas amostras do meu trabalho (mostrando fotos de crianças que já havia fotografado). Não são lindas?
Mulher: Como são belos este bebês! o senhor mesmo os fez?
Homem: Sim. Veja esta aqui, por exemplo, foi conseguida na porta de um supermercado.
Mulher: Que horror! O senhor não acha muito público?
Homem: Sim, mas a mãe queria muita publicidade.
Mulher: Eu não teria coragem de fazer isso !!!
Homem: Esta aqui foi em cima do ônibus.
Mulher: Cacilda!!!
Homem: Foi um dos serviços mais difíceis que eu já fiz.
Mulher: Eu imagino!
Homem: Esta foi feita no inverno em um parque de diversões.
Mulher: Credo! Como o senhor conseguiu?
Homem: Não foi fácil. Como se não bastasse a neve caindo, tinha uma multidão em nossa volta. Quase não consegui acabar.
Mulher: Ainda bem que sou discreta e não quero ninguém nos olhando.
Homem: Ótimo. Eu também prefiro assim. Agora se me dá licença, eu vou armar o tripé.
Mulher: Tripé para que???
Homem: Bem, madame, é necessário. O meu aparelho, além de pesado, depois de armado mede um metro.

E a mulher desmaiou…

Registrando o filho

Um flamenguista fanático chega em um cartório para registrar seu filho que acabara de nascer. O oficial pergunta:

– Que nome o sr. quer colocar em seu filho?

E o flamenguista:

– Arquibancada do framengo!

O cara se espanta e diz logo:

– De maneira nenhuma, o sr. não pode registrar seu filho com esse nome, além de ridículo é ilegal!

– Como ilegal? Eu quero esse nome e pronto!

– Mas não pode, de onde o sr. tirou essa ideia?

– Copiei de um vizinho meu que colocou o nome do filho dele de Geraldo Botafogo.

Dúvida Sexual

Na sala de aula, Joãozinho pergunta para a professora:
– Tia, um garoto da minha idade pode ter filhos?
– Claro que não, Joãozinho! Você só tem dez anos!
– E uma garota da idade da Aninha, pode ter filhos?
– Também não! Ela só tem nove!
– Viu, Aninha? Eu falei que não tinha perigo!