A Fuga dos Loucos

Dois loucos estavam loucos pra fugir do hospício e o mais inteligente deles apresentou um plano: – Vamos fugir pelo buraco da fechadura!
– Genial! – comemorou o outro – Você passa primeiro e eu te sigo!
O louco tomou distância, correu em direção a porta e PLOFT! Bateu de cabeça. Furioso e sentindo a dor da pancada, ele reclamou:
– Droga! Deixaram a chave no buraco!

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Negociando

O judeu foi na zona, escolheu uma menina e foi logo perguntando:
– Quanto?
– 50 paus – responde ela.
– E com sadomasoquismo?
– É para você me bater ou apanhar?
– Para eu te bater!
– E você bate muito?
– Não, só até você devolver o dinheiro!

Enfim, morto

No confessionário:

– Padre, o senhor soube que o Mário morreu?

– Que triste, filho, o que foi que aconteceu com ele?

– Ele ia para minha casa e estava vindo a toda velocidade. O Mário sempre foi de correr muito. Quando ele ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se do jeito que vinha na mureta la em frente. O Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros, e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar.

– Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!

– Não, não, padre! Ele sobreviveu a isso. Ele acabou no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro. Foi então que ele tentou se levantar e pegou na maçaneta do meu guarda- roupa. É um guarda-roupa antigo, todo em jacarandá, pesadíssimo. Quando ele estava se erguendo, o guarda-roupa, que estava com um pé defeituoso, desabou em cima dele amassando tudo quanto foi osso do corpo dele.

– Pobre Mário! Que morte terrível!

– Não, padre, isso machucou muito mas não matou ele. Com muito esforço,ele conseguiu sair de baixo do guarda-roupa e engatinhou até a sacada que fica no topo da escada do hall. Ali ele tentou se levantar, apoiado no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou até o chão do hall lá embaixo. Dois paus do corrimão quebrado ainda caíram sobre ele e o transfixaram.

– Mas que horror se morrer assim!

– Mas não foi isso que o matou. Ele conseguiu arrancar os dois paus do corpo, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão. Sem querer pegou na alça de uma panela que estava fervendo água e derramou a água fervendo por cima dele, queimando toda a pele.

– Que morte sofrida, Mãe do Céu!

– Não, não, ele conseguiu sobreviver a isso. Mas lá estava ele caído no chão, numa poça de água fervente, quando viu o telefone na parede. Deve ter pensado em pedir ajuda. Apoiou-se na parede e tentou alcançá-lo. Mas, em vez do telefone ele meteu a mão na caixa de fusíveis e zap! 10.000 volts passaram por ele.
– Ave Maria! Que fim terrível!

– Não, padre, isso ainda não matou ele. Ele…

– Espere aí, filho! Afinal, como foi que ele morreu?

– Padre, eu atirei nele.

– Você ficou maluco, filho? Por que você atirou no pobre coitado?

– Padre, o cara estava destruindo a minha casa!