Marido no restaurante

Aquele casal estava jantando num restaurante finíssimo, quando de repente o homem desaparece para debaixo da mesa. Surpreso, o garçom se aproximou e perguntou com ar de preocupação:
– Perdão, senhora, mas o seu marido está passando mal?
– Não, não! Ele está ótimo! Acabou de entrar no restaurante!

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Chegando no Céu

O Céu estava ficando muito congestionado. Deus, então,decidiu modificar as normas para o ingresso nos portões celestiais.

A nova lei consistia no seguinte: para ser admitido no Céu, o dia da morte da pessoa deveria ser um dia realmente terrível. A lei entrou em
vigor a meia-noite do dia seguinte.

E, assim sendo, às 00h01, do dia em que entrara em vigor a nova lei, chega a primeira pessoa nos portões do Céu. O anjo encarregado do portão, lembrando-se da lei, prontamente perguntou ao homem:

– Antes de você entrar, é preciso que você me conte como foi que você passou o dia da sua morte.

– Sem problemas – disse o homem – Há algum tempo eu vinha desconfiando que minha mulher estava me traindo. Eu acreditava que todos os dias, na hora do almoço, ela trazia o amante para nosso apartamento, que ficava no 25º andar, e fazia sexo com ele. Então ontem, eu estava indo para casa a fim de pegá-los. Bem, cheguei la e entrei rapidamente, começando a procurar o tal rapaz. Minha esposa estava semi-nua e gritando comigo, enquanto eu dava uma busca no apartamento, mas não conseguia encontra-lo de jeito nenhum! Quando eu ja estava desistindo de procurar, olhei para a sacada do apartamento e percebi que havia uns dedos dependurados lá. O diabo do rapaz achava que poderia se esconder de mim! Foi aí que eu corri pra sacada e bati nos dedos dele, até que o safado largou e caiu lá de cima. Mas você não pode imaginar a sorte do rapaz, pois ele caiu em cima dos galhos de uma imensa árvore que existe em frente ao prédio, que amorteceram a sua queda, e ele não morreu. Eu, ainda no meu excesso de raiva entrei no apartamento e peguei a coisa mais pesada que tivesse pra jogar em cima dele. Desliguei a geladeira da tomada e, furioso, a atirei do 25º andar bem em cima dele. O problema é que, no estado de emoção em que eu me encontrava, somado ao imenso esforço que eu fiz para atirar a geladeira sobre o amante da minha mulher, eu tive um ataque cardíaco e morri, quase que instantaneamente.

O anjo sentou-se e pensou por alguns instantes. Afinal de contas o rapaz, tecnicamente, teve um péssimo dia e o crime dele foi passional, pelo que o anjo lhe disse:

– Ok, meu senhor, seja bem-vindo ao Reino dos Céus, e deixou o rapaz entrar.

Poucos segundos depois chegou o próximo da fila, sendo logo advertido pelo anjo:

– Eis as regras, antes de deixa-lo entrar, preciso ouvir a respeito do dia da sua morte.

– Claro, respondeu o homem. Eu estava na sacado do meu apartamento, que fica no 26º andar fazendo meus exercícios diários quando, de repente, escorreguei e caí pela sacada! Por sorte, eu fui capaz de me segurar na sacada logo abaixo da minha. Porém, qual não foi a minha surpresa quando apareceu um homem maluco e, ao invés de me ajudar, ficou batendo nos meus dedos até que eu soltasse e, obviamente, caísse lá de cima, o que ocorreu. Entretanto, eu não morri com a queda pois caí sobre os galhos de uma grande árvore que fica em frente ao prédio e que amorteceram a minha queda. Enquanto eu estava lá, na árvore, todo arrebentado, de rosto para cima, incapaz de me mover e gemendo de dor, eu vi o mesmo homem empurrar uma geladeira pela sacada e ela caiu exatamente em cima de mim e me matou.

O anjo quieto e rindo para si mesmo, enquanto o homem terminava sua história, pensou e disse:

– Muito bem! Bem-vindo ao Reino dos Céus, e deixou o homem entrar.

Poucos segundos depois, o terceiro homem da fila chega ao portão, ao que o anjo logo lhe indagou:

– Conte-me, rapaz, como foi o dia em que você morreu.

– Tá legal, eu conto, mas você não vai acreditar. Eu estava pelado, dentro de uma geladeira…

Luta Livre

Joca sempre foi o número 2 da luta livre. Ele sempre sonhou derrotar o número 1, o Detonador, mas seu técnico sempre conseguiu evitar o combate.

É que o Detonador tem uma pegada secreta que já encerrou a carreira dos seus nove desafiantes anteriores. Joca insiste tanto e tanto que, finalmente, o técnico arruma uma luta contra o Detonador.

A luta começa. Rapidamente o Detonador agarra Joca e tenta aplicar o golpe secreto. O técnico vira o rosto para não ver o massacre. É nesse momento que ele está de costas para a luta que ele ouve um berro terrível, seguido de um clamor da platéia. Ele se vira para contemplar o desastre… e vê que o Joca conseguiu jogar o Detonador para fora do ringue!!!

O combate é imediatamente encerrado, com a vitória do Joca.

De volta ao vestiário, o técnico pergunta ao Joca como ele conseguiu este prodígio. Joca responde:

– Eu estava de cabeça para baixo, a cintura esmagada pelo braço do Detonador. Eu estava a ponto de abandonar qualquer resistência quando vi um par de bolas. Sabia que era minha única chance de ele me soltar, e como as bolas estavam próximas de minha boca, eu dei uma dentada com toda minha força.

– Uau – responde o técnico – que presença de espírito! Meus parabéns, mesmo que não tenha sido muito leal, em todos os casos foi muito eficaz!

– Pois é – diz o Joca – é incrível o que um homem consegue fazer quando morde as próprias bolas!