Diversidade

O medico chega para o pai, ansioso na sala de espera e anuncia:
-Parabéns, o senhor acaba de ser pai de um lindo menino!
-Obrigado!
-Só tem um problema… Ele é negro… E como o senhor e sua esposa são brancos…
-É que na verdade, ele não é meu filho!
-Não?
-Acontece que eu fiquei desempregado um tempão e a minha esposa acabou indo trabalhar em um filme pornográfico e um dos seus parceiros sexuais foi um negrão!
-Ah! Agora eu entendi! Mas o seu filho tem alguns cabelos loiros…
-É que no filme, ela também teve relação com um dinamarquês!
-Ah! É que o menino tem os olhos meio puxadinhos…
-Pois ela também trepou com um japonês!
-Ah! Então, o senhor pode vir aqui ver o bebê.
Então, o médico entrega o bebê ao pai, este segura-o pelos pés e dá-lhe uma palmada no bumbum.
O menino abre o maior berreiro.
-Puxa, que alívio! – murmura o pai.
-Como assim? -pergunta o médico.
-É que eu tinha o pressentimento de que ele iria relinchar!

Veja também: O cavalo


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Que vergonha!

Um negrão estava numa praia do Algarve andando pela areia, só de bermudas brancas, pés descalços, sem camisa e sem cuecas por baixo. Alguns brancos em volta davam risadinhas e contavam piadas de negros.

Então o negrão olhou para aquele mar lindo, azul-esverdeado, aquele solzinho no céu e não aguentou. Correu a toda a velocidade e deu um mergulho no mar. Nadou, boiou, mergulhou… quando saíu, o calção, branco e de tecido fino, estava transparente e colado ao corpo.

Todos na praia ficaram a olhar para o tamanho da mangueira que o negro tinha. A vara ia até um pouco depois do joelho! Nem os homens ficaram chateados por suas mulheres olharem para a tora do negro, que estava com um sorriso de satisfação no rosto. Só olhavam com inveja do tamanho do mastro!

O negrão percebeu que as suas bermudas estavam transparentes e que todos olhavam para o seu menino. Ficou todo envergonhado e gritou:

-O que foi, hein? Vão dizer que quando entram na água fria a de vocês também não encolhe?


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