Dúvida cruel

No vagão de trem, viajam um velhote todo engomadinho e um jovem punk.
O velhote não para de encarar o cabelo multicolorido do jovem, mais parecendo um arco-íris. De
saco cheio, o punk grita:
– Qualé, meu? Vai me dizer que nunca fez extravagâncias quando era jovem?
E o velhote:
– Claro que fiz… E uma delas foi transar com um papagaio. Era exatamente por isso que eu estava
te observando, pensando: “bem que ele poderia ser meu filho!”
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Sonhos da idade

Os três velhinhos conversavam sentados no banco da praça:
– Eu gostaria de morrer dormindo – diz o primeiro. – Ir dormir uma noite e nunca mais acordar!
– Eu gostaria de morrer num acidente automobilístico – diz o segundo. – Adoro velocidade!
– Eu gostaria de morrer assassinado – diz o terceiro.
– Assassinado?
– Sim, por um marido ciumento!

Não esqueça

Aquele casal de velhinhos, muito simpático, resolveu procurar um médico porque os dois andavam um pouco esquecidos.

– Não se preocupem – sentencia o magarefe. – Isso é muito comum depois dos oitenta. A única coisa que vocês têm de
fazer é comprar um caderninho e tomar nota das coisas que não querem esquecer.

E assim eles fizeram. Na noite seguinte, os dois estão assistindo TV, quando o velhinho se levanta e a mulher pergunta:

– Aonde você vai?

– Vou na cozinha. Tomar um pouco de café!

– Você não quer me trazer um pedaço de bolo?

– Claro!

– Então pega o caderninho e anota! Senão você vai acabar esquecendo!

– Imagina, velha! Imagina se eu não vou me lembrar de trazer um pedaço de bolo!

– Então, tá! Mas coloca um pouco de chantilly!

– Tá, bolo com chantilly!

– Não vai anotar?

– Não precisa!

Dez minutos depois o velhinho volta com um copo de água.

– Eu não falei! Eu não falei! – reclama a velhinha.

– Falou o quê, velha?

– Eu não falei pra você anotar? Cadê o comprimido?

Nada é como antes

Um casal de idade está celebrando as bodas de ouro, e eles decidem voltar à cidadezinha do interior onde eles se conheceram. Sentam numa lanchonete para tomar um café e estão contando à garçonete sobre o amor que os une há tanto tempo e como se conheceram nessa mesma lanchonete. Perto deles está sentado um guarda que ouve a história e que sorri com o relato.
Depois que a garçonete volta para a cozinha o velho diz à mulher:
“Lembra da primeira vez que transamos, lá naquele pasto perto da estrada, encostados na cerca? Vamos fazer isso de novo?”.
A mulher se excita toda e diz com um sorriso malicioso:
“Claro! Vamos lá!”.
Eles então pegam o carro e vão até o local. O guarda, curioso, dá um tempinho e vai atrás deles. Ao chegar perto, ele se esconde atrás de um arbusto, interessado pela cena que espera ver.
O casal vai até a cerca onde eles transaram 50 anos atrás. Sem ver o guarda, eles pensam que não há ninguém e tiram a roupa. O velho agarra a mulher e a encosta na cerca. E, com a vitalidade de um casal de 20 anos, a mulher se requebra toda, geme e agarra seu marido, que parece no melhor de sua forma, agarrando sua parceira como um selvagem, levando-a a um orgasmo sem precedentes, até que, finalmente, eles caem no chão, exaustos.
Passado um tempo, eles se levantam e se vestem. Quando estão voltando para a estrada, o guarda os intercepta e diz:
– Desculpem-me, mas não pude deixar de ver… Esta cena foi uma das mais fantásticas trepadas que eu já vi. Vocês deviam ser muito selvagens quando jovens!
– Nem tanto! – responde o velho – Quando éramos jovens a cerca não era eletrificada!

Dicas para fazer sexo na 3ª idade

DICAS PARA FAZER SEXO NA 3ª IDADE

01) Use seus óculos;
02) Certifique-se de que sua companhia esteja realmente na cama;
03) Ajuste o despertador para tocar em 3 minutos, para o caso de você adormecer durante a performance;
04) Acerte a iluminação: apague todas as luzes;
05) Deixe o celular programado para o número da EMERGÊNCIA MÉDICA;
06) Escreva em sua mão o nome da pessoa que está na cama, no caso de não se lembrar;
07) Tenha DORFLEX à mão, para o caso de você cumprir a performance;
08) Não faça muito barulho; nem todos os vizinhos são surdos como você;
09) Se tudo der certo, telefone para seus amigos para contar as boas novas;
10) Nunca, jamais, pense em repetir a dose, mesmo sob efeito de VIAGRA ou CIALIS;
11) Não esqueça de levar DOIS travesseiros para colocar sob os joelhos, para não forçar a artrose;
12) Não esqueça de tirar a parte de baixo do pijama, mas nunca a camiseta para não pegar gripe;
13) Não tome nenhum tipo de laxante nos dias anteriores; nunca se sabe quando se tem um acesso de tosse;
14) Repasse aos velhos amigos, e pare de rir…

Velhinho de Programa

VELHINHO DE PROGRAMA

Como tenho algumas horas livres, de madrugada, e precisando ganhar uns extras, resolvi ser, também, um “velhinho de programa”. Segue meu marketing:

  • Velho charmoso, com lindos olhos verdes (cobertos com cataratas);
  • loiro (só dos lados);
  • atlético (sou torcedor);
  • corpo malhado (pelo vitiligo);
  • um metro e noventa (sendo um metro de altura e noventa de largura);
  • Atendo em motéis, residências,elevadores panorâmicos, etc. Só não atendo em “drive-in” por causa das dores na coluna;
  • Alegro festa de Bodas de Ouro, convenções e excursões da terceira idade;
  • Meço pressão, aplico injeções e troco fraldas geriátricas, tudo com o maior charme;
  • Atendo no atacado e no varejo, traga suas amigas;
  • Maiores de sessenta e cinco, por força de lei, não pagam, mas só terão direito à entrada pela “porta” da frente;
  • Serão concedidos descontos para grupos geriátricos: quanto mais nova, maior o desconto;
  • Por questões de vaidade, não serão permitidas filmagens, pois, no momento, estou precisando operar de uma hérnia inguinal, meio anti-estética;
  • Como fetiche posso usar touca de lã, pantufas e cachecóis coloridos;
  • Outra vantagem: Já tenho “Parkinson” o que ajuda muito nas preliminares;
  • Total discrição, pois o “Alzhaymer” me faz esquecer tudo que fiz na noite anterior;
  • Só ativo, pois estou velho mas não sou bobo.

Imparcialidade

Duas velhinhas estão sentadas num banco da praça da cidadezinha do interior, bem em frente a uma casa de tolerância.

De repente, elas vêem o padre Antônio chegar na porta, dar uma olhada ao redor, e entrar sorrateiramente.

– A senhora viu isso? – comenta uma delas, indignada – Para onde está indo este mundo? Até os homens de Deus estão frequentando essas casas de reputação duvidosa!

Pouco depois, o prefeito chega na porta e entra na casa disfarçadamente.

– A senhora acredita nisso? – pergunta agora a segunda velhinha, também indignada – Até nossos dirigentes estão dando este péssimo exemplo!

Meia hora depois, o Dr. Julinho, o médico da cidade, genro da primeira velhinha, também entra na casa.

– Olha só, o meu genro! – diz a primeira velhinha – Alguma moça deve ter ficado doente!