Trânsito em Pelotas

O novo Secretário Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul visitou todas as cidades do Estado, para ver a situação do trânsito. Ao chegar a Pelotas ficou impressionado com a ordem da circulação dos veículos, sempre comandados por guardas de trânsito que gesticulavam indicando a vez de pedestres e veículos. Ao se aproximar de um guarda, o Secretário ouviu que ele, ao mesmo tempo em que gesticulava mandando passar, gritava alternadamente:

– AUTOMÓVEIS, AUTOMÓVEIS!

E depois:

– PEDERASTAS, PEDERASTAS! O Secretário chegou perto do guarda e disse: olha, gostei muito do trânsito daqui, e da atuação dos guardas, só tem uma pequena correção a fazer: não se diz pederastas, é pedestres.

– E eu vou lá perder tempo com dois ou três! respondeu o guarda.

Trânsito no Rio Grande do Sul

O novo Secretário Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul visitou todas as cidades do Estado, para ver a situação do trânsito.

Ao chegar a Pelotas ficou impressionado com a ordem da circulação dos veículos, sempre comandados por guardas de trânsito que gesticulavam indicando a vez de pedestres e veículos.

Ao se aproximar de um guarda, o Secretário ouviu que ele, ao mesmo tempo em que gesticulava mandando passar, gritava alternadamente:

– AUTOMÓVEIS, AUTOMÓVEIS!

E depois:

– PEDERASTAS, PEDERASTAS!

O Secretário chegou perto do guarda e disse:

– Olha, gostei muito do trânsito daqui, e da atuação dos guardas, só tem uma pequena correção a fazer: não se diz “pederastas”, é “pedestres”.

– E eu vou lá perder tempo com dois ou três? – respondeu o guarda.

Vingança

O marido se senta ao lado da mulher, que está costurando algumas roupas na máquina, e começa a falar:
– Devagar! Cuidado, a linha vai arrebentar! Vire o pano para a direita, isso, pare. Agora puxe e vire para a esquerda.
A mulher reage:
– Quer parar com isso?! Eu sei costurar.
– Claro que sabe. Eu só tô mostrando como você faz quando eu estou no volante do carro.

Petição de inventário

Frase que constava de uma petição de inventário em Sorocaba, SP

O que você vai ler a seguir são frase colhidas em formulários de companhias de seguro, nos quais os motoristas tentam descrever os detalhes de seus acidentes com os comentários mais breves possíveis. Não houve correção para garantir a veracidade das declarações:

O pedestre não tinha ideia para onde ir, então eu atropelei.

Eu vi um velho mole, de cara triste, quando ele caiu do teto do meu carro.

A causa indireta do acidente foi um rapazinho num carrinho pequeno com uma boca enorme.

Eu tinha certeza que o velho não conseguiria chegar ao outro lado da estrada, então eu o atropelei.

Eu disse à polícia que não estava machucado, mas quando tirei o chapéu, percebi que tinha fraturado o crânio.

Eu fui atirado para fora do meu carro quando ele saiu da estrada. Mais tarde, fui encontrado numa vala por umas vacas perdidas.

Eu pensei que minha janela estava aberta, mas descobri que estava fechada quando botei a cabeça pra fora.

Eu bati contra um carro parado que vinha em direção contrária.

Um caminhão deu ré pelo meu pára-brisa, direto na cabeça da minha mulher.

Eu saí do acostamento, olhei para a cara da minha sogra e caí pela montanha abaixo.

O cara estava por tudo quanto era lado da estrada. Eu tive que desviar uma porção de vezes antes de
atropelá-lo.

Eu vinha dirigindo já há 40 anos quando dormi no volante e sofri o acidente.

Um carro invisível veio não sei de onde, bateu no meu carro e desapareceu.

Meu carro estava estacionado legalmente, quando ele foi de ré no outro carro.

Eu estava a caminho do médico com um problema na traseira quando minha junta universal caiu, causando o acidente.

De volta para a casa eu entrei com meu carro na casa errada e bati numa árvore que não é minha.