Alô, polícia

Um policial do 190 atendeu ao telefone e foi anotando o pedido de socorro:
– POR FAVOR, MANDEM ALGUÉM URGENTE, ENTROU UM GATO AQUI EM CASA!
– Mas como assim, um gato em casa?…
– UM GATO! ELE INVADIU A MINHA CASA E ESTÁ CAMINHANDO NA MINHA DIREÇÃO!
– Mas como assim? Você quer dizer um ladrão?
– NÃO IMBECIL! ESTOU FALANDO DE UM GATO MESMO, DESSES QUE FAZEM MIAU, PORRA!
– Mas o que tem de mais um gato ir na sua direção?
– ELE VAI ME MATAR, PUTA QUE PARIU! E VOCÊS SERÃO OS CULPADOS!
– Quem está falando?
– O PAPAGAIO, CARALHO

Frases que não devem ser ditas a Policiais Rodoviários

FRASES QUE NÃO DEVEM SER DITAS A POLICIAIS RODOVIÁRIOS

1) Não consigo alcançar minha carteira de motorista, ao menos que você segure a minha cerveja.

2) Me desculpe oficial! Eu não percebi que o meu detector de radar estava desligado!

3) Você não é aquele cara do Village People?

4) Hei, você deve ter chegado a uns 150 Km/h para me alcançar! Parabéns!

5) Qual dos dois Chips você é?

6) Quer tirar a minha carteira de motorista? Ótimo, faz tempo que eu quero tirá-la também mas não consigo…

7) Você não vai checar o porta-malas, vai?

8) Eu pago seu salário!

9) O sinto de segurança? Está amarrando o botijão de gás, lá atrás.

10) Seu guarda, dá um desconto… Meu marido só dirige assim quando ele bebe…

11) Você sabe porque me parou? Ótimo, pelo menos um de nós sabe.

12) Eu estava tentando acompanhar o trânsito. Sim, eu sei, não tem mais ninguém comigo na rodovia. Para o Sr. ver como eles estão na minha frente…

Tática

Polícia conversando no rádio:
– Sargento, chegamos ao local do crime.
– Passe o relatório.
– Uma mulher matou o marido. Foram 35 facadas, 2 tiros depois de asfixiar e decapitá-lo. E por fim o queimou.
– Nossa! Qual foi o motivo do crime?
– Ele pisou onde ela estava passando o pano.
– E conseguiram capturar a mulher?
– Não, sargento, estamos esperando o piso secar.

Aprenda a chamar a polícia

Aprenda a chamar a  polícia

Eu tenho o sono muito  leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente  no quintal de casa.

Levantei em silêncio  e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma  silhueta passando pela janela do banheiro.

Como minha casa era muito  segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei  muito preocupado mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali,  espiando tranquilamente. Liguei baixinho para  a polícia informei a situação e o meu endereço.

Perguntaram- me se o  ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que  não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas  que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois liguei  de novo e disse com a voz calma:

– Oi, eu liguei há pouco porque tinha  alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão  com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas  situações. O tiro fez um estrago danado no  cara!

Passados menos de  três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um  helicóptero, uma unidade do resgate , uma equipe de TV e a turma dos  direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste  mundo.

Eles prenderam o  ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da  Polícia.

No  meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e  disse:

–  Pensei que tivesse dito que tinha matado o  ladrão.

Eu respondi:

–  Pensei que tivesse dito que não havia ninguém  disponível.

(atribuído a Luís  Fernando Veríssimo)