Perguntas perigosas

Lula foi a uma escola conversar com as criancinhas, acompanhado de uma Comitiva. Depois de apresentar todas as maravilhosas realizações de seu Governo, disse às criancinhas que iria responder perguntas. Uma das crianças levantou a mão e Lula perguntou:

– Qual é o seu nome, meu filho?

– Paulinho.

– E qual é a sua pergunta?

– Eu tenho três perguntas. A primeira é, “Onde estão os 10 milhões de empregos prometidos na sua campanha Presidencial?”; a segunda é, “Quem matou o Prefeito Celso Daniel ?” e a terceira é, “O senhor sabia dos escândalos do mensalão ou não?”.

Lula fica desnorteado, mas neste momento a campainha para o recreio toca e Ele aproveita e diz que continuará a responder depois do recreio.
Após o recreio, Lula diz:

– OK, onde estávamos? Acho que eu ia responder perguntas. Quem tem perguntas?

Um outro garotinho levanta a mão e Lula aponta para ele.

– Pode perguntar, meu filho. Como é seu nome?

– Joãozinho, e tenho cinco perguntas: A primeira é, “Onde estão os 10 milhões de empregos prometidos na sua Campanha Presidencial?”; a segunda é, “Os gastos com o cartão de crédito de D. Marisa são pagos pelo Governo?”. A terceira é, “O senhor sabia dos escândalos do mensalão ou não?” ; a quarta é, “Porque o sino do recreio tocou meia hora mais cedo?” e a quinta é, “Cadê o Paulinho ??!!”.

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Respostas Idiotas para Perguntas Cretinas

A cena: Homem com vara de pesca na mão, linha na água, sentado em um píer.
A pergunta: Você está pescando?
– Não, estou dando banho na minhoca.
– Não, estou caçando, não vê que estou com uma espingarda?
– Não, eu amarrei meu relógio na ponta da linha e quero ver se ele agüenta mesmo 50 metros de profundidade.

A cena: Homem com vara de pesca na mão, linha na água, sentado em um píer.
A pergunta: Aqui dá peixe?
– Não, dá tatu, quati, camundongo… Peixe costuma dar lá no mato…
– Aí onde você está nunca deu, mas na água têm muitos.
– Não, não dá. Por isso que é preciso pescar.

A cena: Sujeito voltando do píer com um balde cheio de peixes.
A pergunta: Você pescou todos?
– Não, estes são peixes suicidas e se atiraram no meu balde.
– Não, eles se renderam pacificamente.
– Não, eu cacei. Não está vendo a espingarda?

A cena: Você fumando um cigarro.
A pergunta: Ora, ora! Mas você fuma?
– Não, eu gosto de bronzear os pulmões também.
– Não, é que tenho ações da Philip Morris e assim valorizo meus produtos.
– Não, eu coloco na boca e assopro.

A cena: Sujeito no elevador de um prédio, no momento em que pára no subsolo-garagem.
A pergunta: Sobe?
– Não, esse elevador anda de lado.
– Não, ele só desce, para subir é preciso usar a escada.
– Sim, mas só de meia em meia hora. Você já comprou a passagem?

A cena: Noiva entrando na igreja, escoltada pelas daminhas de honra.
A pergunta: É casamento?
– Não, é festa junina. Isso é a encenação da quadrilha.
– Não! Pela roupa dela você logo vê que é uma mãe de santo.
– Não, é um desfile do Ronaldo Ésper.

A cena: Sujeito no caixa do cinema.
A pergunta: Quer uma entrada?
– Não, quero uma saída.
– Não, quero só bater um papo com você. Como vai? Tudo bem?
– Não, é que eu vi essa fila imensa e queria saber onde ia chegar.

A cena: Cortejo levando um caixão no cemitério.
A pergunta: É enterro?
– Não, é uma prova da gincana maluca do Faustão.
– Não, é o campeonato regional de enterradas.

A cena: O sujeito apanhando o talão de cheques e uma caneta.
A pergunta: Vai pagar com cheque?
– Não, vou pagar com dinheiro, é que anoto aqui meus gastos.
– Não, vou pagar com títulos da dívida agrária.
– Não, vou fazer um poema nesta folhinha.

A cena: Casal abraçadinho, entrando no barzinho romântico.
A pergunta: Mesa para dois?
– Não, vamos ficar de pé.
– Não, para três! Não quer vir conosco?
– Não, mesa para quatro, duas são pra colocar os pés.

A cena: Cidadão levando cinco pacotes de batata palha de um supermercado.
A pergunta: Você gosta de batata palha?
– Não, eu me odeio e gosto de me contrariar.
– Batata palha? Puxa! E eu achando que fosse mortadela!
– Não, eu faço isso para dar uma força para o supermercado.

A cena: Edifício pegando fogo, funcionários saindo correndo pela saída de emergência.
A pergunta: É incêndio?
– Não, é maremoto.
– Não, é uma pegadinha do Malandro.
– Não, o edifício está sendo levemente flambado, mas com o calor está escorrendo.

Tolerância zero

1. Quando o vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:
– Você “tá” dormindo?
– Não, “tô” treinando pra morrer!

2. Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:- “Tá” com defeito?
– Não, é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.

3. Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam:
– Vai sair nessa chuva?
– Não, vou sair na próxima.

4. Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:
– Acordou?
– Não. Sou sonâmbulo!

5. Seu amigo liga para sua casa (*) e pergunta:
– Onde você está?
– No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá!
(*) No tempo do telefone fixo

6. Você acaba de tomar banho e alguém pergunta:
– Você tomou banho?
– Não, mergulhei no vaso sanitário!

7. Você tá na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta: (ÓTIMA)
– Vai subir?
– Não, não, “tô” esperando meu apartamento descer pra me pegar.

8. O homem chega à casa da namorada com um enorme buquê de flores. Até que ela diz:
– Flores?
– Não! São cenouras.

9. Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta:
– Tem gente?
– Não! É o cocô que está falando!

10. Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar:
– Em dinheiro? ?
– Não, me dá tudo em clipes!