Joãozinho do Pau Grande

A professora entra na sala e se depara, horrorizada, com a seguinte inscrição na lousa:

“Joãozinho tem o pau grande!”

Imediatamente ela apaga a inscrição e sem fazer nenhum comentário, começa a aula. No dia seguinte, ao entrar na sala novamente, a mesma inscrição em letras garrafais:

“Joãozinho tem o pau grande!”

Pela segunda vez, ela apaga os dizeres, sem fazer nenhum comentário.

No outro dia, a história se repete, e no outro e no outro e no outro…

Até que um dia ela resolve colocar à prova a veracidade daquela mensagem.

Quando toca a campainha avisando que a aula terminou ela pede para todos saírem menos o Joãozinho. Tranca a porta, tira a roupa e ataca o garoto.

No dia seguinte, ao entrar na sala, ela lê no quadro:

“A Propaganda é a Alma do Negócio!”

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Bem explicado

O pai vira-se para o Joãozinho e pergunta com voz ríspida:
– Joãozinho, há duas horas tinha dois chocolates na geladeira, você pode me explicar por que agora só tem um?
– É que eu não vi o outro, papai!

Bom dia, aluninhos!

Todos os dias a professora chegava na sala de aula e dizia:
– Bom dia meus aluninhos!
Em seguida ouvia o coro:
– Bom dia professoraaaaeeeee!
E todos os dias a rotina se seguia:
– Bom dia meus aluninhos!
– Bom dia professoraaaaaeeeee!
Até que um dia a professora chegou:
– Bom dia meus aluninhos. e o coro se seguiu:
– Bom dia professoraaaaaa!
Percebendo a diferença, a professora falou de novo:
– Bom dia meus aluninhos! — e ouviu novamente:
– Bom dia professoraaaaaa!
Como percebeu que o Joãozinho havia faltado neste dia, combinou com os outros aluninhos que no dia seguinte, quando ela desse bom dia todos ficariam calados. Então no dia seguinte a professora chegou:
– Bom dia meus aluninhos.
E somente o Joãozinho:
– Vai te fudeeeeee…

Muito ajuda quem não atrapalha

O funcionário do MEC está fazendo uma vistoria no grupo escolar para verificar o nível das aulas. Ele chega naquela classe bem numa aula de história, quando a professora, uma mocinha linda de seus 25 anos, está fazendo perguntas à classe sobre a Lei Áurea.

O sujeito do MEC vai até o fundo da classe e senta-se numa carteira vazia. Nesse momento ele vê a professora de mini-saia esticar-se para escrever na lousa uma pergunta, não escondendo praticamente nada de suas pernas.

A pergunta era “o que disseram os negros quando a Princesa decretou a abolição da escravatura?” mas o comentário em voz baixa e involuntária do sujeito do MEC foi: “Meu Deus, que rabo!”.

Joãozinho está sentado bem ao lado e ouve tudo.

Quando a professora pergunta quem sabe a resposta, ele imediatamente levanta o braço e diz “Eu sei, tia!”. A professora hesita em chamá-lo, por causa das conhecidas inconveniências, mas ele é o único a se apresentar. Então ele vai à frente e diz, orgulhoso:

– Meu Deus, que rabo!

Paf! Paf! Um par de tabefes no Joãozinho é a resposta imediata da professora. Joãozinho volta cabisbaixo para o fundo da sala, e, ao passar pelo sujeito do MEC, sussurra:

– Quem não sabe não sopra!

O repolho

O Joãozinho pergunta ao pai como ele e sua irmã nasceram:
– Ah! Eu encontrei você dentro de um repolho e sua irmã dentro de um pé de alface!
Na mesma noite, Joãozinho passa pelo quarto dos pais e pega os dois transando.
Ele dá uma piscadinha marota para o pai e diz:
– Ai velhão! Cuidando da horta, hein!

Brincando de papai e mamãe

Joãozinho chega da escola e vai direto a geladeira pegar o sorvete.

Sua mãe entra na cozinha e dá uma bronca:

– Nada disso, Joãozinho. Isso não é hora de tomar sorvete. Está quase na hora do almoço. Vá lá fora brincar.

– Mas, mamãe, não tem ninguém para brincar comigo!

A mãe não entra no jogo dele e diz:

– Ok, então eu vou brincar com você. Do que é que nos vamos brincar?

– Quero brincar de Papai-e-mamãe.

Tentando não mostrar surpresa ela responde:

– Tá certo. O que é que eu devo fazer?

– Vá para seu quarto e deite-se.

Pensando que vai ser bem fácil controlar a situação, a mãe sobe as escadas. Joãozinho vai até o
quartinho e pega um velho chapéu do pai. Ele encontra um toco de cigarro num cinzeiro e o coloca no canto da boca. E sobe as escadas e vai até o quarto da mãe.

A mãe levanta a cabeça e pergunta:

– E o que eu faço agora?

Com um jeito autoritário, Joãozinho diz:

– Desça e dê sorvete ao garoto!


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