Namoro no Carro

Pouco antes da meia-noite o guarda fazia sua ronda de cada dia (ou melhor, de cada noite) quando viu um carro parado em um local deserto, com os vidros embaçados.

Desconfiado, o guarda aproximou-se do veículo sorrateiramente. Quando dirigiu a luz da lanterna para dentro do carro, viu uma adolescente lendo um livro no banco de trás e um rapaz ao volante, ouvindo walkman.

— Quantos anos vocês têm e o que estão fazendo? — ele perguntou ao motorista.

— Eu tenho 19 anos — respondeu o rapaz — e estou ouvindo música!

— E ela, o que está fazendo? — indagou o guarda.

— Está lendo!

— E quantos anos ela tem?

— Daqui a 10 minutos terá 18!

Farda

O homem volta para casa, depois de horas combatendo o fogo, doido para dar um bimbada com a esposa.

Tudo encontra-se no mais completa escuridão, e a esposa está choramingando na cama, reclamando de dor de cabeça. Tira o uniforme no escuro mesmo, fazendo carinhos na mulher.

– Não, querido, hoje não. Estou para morrer de dor de cabeça. Nem acenda a luz, que qualquer luzinha me irrita.

– Então, querida, vou pegar um remedinho na sala.

– Nãão, amor. Não me acenda nenhuma luz, por favor. Va até a farmácia do seu Zé e compra um remédio pra mim, vá.

O marido, assustado, veste-se no escuro mesmo e corre para a farmácia:

– Seu Zé, me vê um remédio para dor de cabeca, urgentemente, que minha mulher está para morrer, gemendo na cama.

– Tudo bem, mas me responda uma coisa: o senhor não é bombeiro?

– Sou, e daí?

– O que tá fazendo vestido de guarda noturno?

Flagrante delito

A deliciosa morena se aproximou do lago deserto, olhou ao redor para se certificar de que não havia ninguém por perto e tirou toda a roupa.
Quando se preparava para dar o primeiro mergulho, um guarda saiu de trás de uma árvore:
– Desculpe, senhorita, mas é proibido nadar neste lago.
A moça corou de vergonha. E por que o senhor não avisou antes de eu tirar a roupa?
– Bem… Respondeu o guarda. É que não existe nenhuma lei proibindo tirar a roupa na beira do lago.

Premonição

Um guarda-noturno trabalhava numa empresa especializada em lapidação de diamantes. Uma manhã ele contou a seu chefe um sonho que tivera na noite anterior. Disse-lhe que o avião que ele iria tomar com destino à Rússia sofreria um acidente e, em conseqüência, todos os passageiros morreriam. Seu chefe, jovem executivo, dinâmico e empreendedor, tinha verdadeiro pânico de aviões.

Assustado com a informação do empregado, decidiu cancelar o vôo. Três dias mais tarde, leu nas manchetes dos principais jornais que o Avião que ele deveria ter tomado caíra no mar e, até o momento, não havia notícias de sobreviventes. Imediatamente, chamou o guarda-noturno, mostrou a notícia do jornal, agradeceu-lhe efusivamente o aviso que lhe salvara a vida e, a seguir, sem nenhuma explicação, despediu-o da companhia. O guarda não compreendeu porque tinha sido despedido depois de salvar a vida do seu chefe.

Pergunta: Por que o guarda foi mandado embora?

Resposta: O empregado era guarda-noturno. Se teve um sonho à noite, é porque estava dormindo em serviço.

Conclusão: Chefe é chefe… Então, por melhor que você seja e por mais que você faça, você nunca agrada! Então, DEIXE O CHEFE MORRER, é o melhor que você pode fazer por esse mal agradecido…

Um para mim, outro para você

Um pra mim, um pra você

Em uma cidadezinha do interior havia uma figueira carregada dentro do cemitério. Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e pegar todos os figos. Eles pularam o muro, subiram a árvore com as sacolas penduradas no ombro e começaram a distribuir o ‘prêmio’.

– Um pra mim, um pra você. Um pra mim, um pra você.

– Pô, você deixou esses dois caírem do lado de fora do muro!

– Não faz mal, depois que a gente terminar aqui pega os outros.

– Então tá bom, mais um pra mim, um pra você.

Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, escutou esse negócio de ‘um pra mim e um pra você’ e saiu correndo para a delegacia. Chegando lá, disse ao policial:

– Seu guarda, vem comigo! Deus e o diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!

– Ah, cala a boca bêbado!

– Juro que é verdade! Vem comigo!

Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a escutar:

– Um para mim, um para você.

O guarda assustado:

– É verdade! É o dia do apocalipse! Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?

– Um para mim, um para você. Pronto, acabamos aqui. E agora?

– Agora a gente vai lá fora e pega os dois que estão do outro lado do muro.

Correram tanto que ninguém os encontrou jamais…