Se A Internet Tivesse Sido Criada Pelo Governo Brasileiro

Se A Internet Tivesse Sido Criada Pelo Governo Brasileiro

  • Cada website teria que observar as normas da ABNT;
  • Conta no Facebook só poderia ser registrada com CPF e RG;
  • Haveria cotas para conteúdo nacional no Youtube;
  • Sua Senha de Acesso Universal (SAU) estaria seguramente protegida no cartório de sua cidade;
  • A cada seis meses a Folha Dirigida listaria novo concurso para vagas de Moderador de Redes Sociais;
  • Comentários em blogs seriam aprovados pelo Ministério da Comunicação Informática;
  • Spams implicariam em multa de até 20 (vinte) salários mínimos;
  • Os preços na Amazon já incluiriam imposto sobre lucro presumido;
  • Cada email enviado teria que pagar uma pequena taxa aos Correios por “substituição eletrônica de correspondência”;
  • O Twitter teria que aumentar o número de caracteres para não “impor limites à expressividade do povo brasileiro”;
  • Os pobres receberiam um vale-wikipedia que daria acesso a até 10 artigos por mês;
  • A Argentina não teria internet.

(http://www.capitalismoparaospobres.com/)

Camisinhas para a Argentina

O Presidente da Argentina liga para o do Brasil:
– Nossa maior fabrica de camisinhas pegou fogo! – lamenta o argentino – E é esta a forma favorita de controle de natalidade de meu povo. É um desastre!
– Presidente, o povo brasileiro gostaria de poder ajuda-lo no que for possível – responde.
– Preciso de sua ajuda – diz o presidente argentino – Você poderia me enviar urgente um milhão de camisinhas?
Pela nossa amizade! Pelo Mercosul…
– Certamente! Fique tranquilo que eu vou cuidar disso agora!
– Ah, mais um favorzinho, por favor… – acrescenta o argentino, aliviado.
– Pois não?
– As camisinhas precisam ter 25 cm de comprimento e 10 cm de diâmetro. Pode ser?
– Sem problema – confirma nosso presidente.
Imediatamente o presidente brasileiro chama o presidente da Johnson & Johnson no Brasil:
– Preciso de um favor: envie um milhão de camisinhas para a Argentina!
– Considere feito, Sr. Presidente! – responde o presidente da J&J.
– Ótimo! Só que precisam ter 25 cm de comprimento e 10 cm de diâmetro. Pode ser?
– OK! Algo mais, Sr. Presidente?
– Sim – responde o brasileiro – mande imprimir em cada camisinha: “FABRICADO NO BRASIL – TAMANHO PEQUENO.”

Humildade Argentina

A Argentina declara guerra à China.

Após uma consulta popular feita na Plaza de Mayo, a Argentina enviou uma mensagem à República Popular da China:

“Chinos de mierda, maricones: les declaramos guierra. Tenemos 105 tanques, 47 aviones sanos, 4 barcos que navegan y 5 221 soldados.”

O Estado chinês respondeu:

“Aceitamos a declaração, temos 38 000 tanques, 16 000 aviões, 790 navios 3 300 milhões de soldados.”

Ao que respondem os argentinos:

“Retiramos la declaracion de guierra. No tenemos como alojar tantos prisioneros.”

Mierda

Depois de abandonar a idéia de criar uma unidade monetária chamada Argentino, os técnicos argentinos finalmente encontraram uma saída para a crise.

Está criada a “Moneda de Integración Económica de la Republica Democrática Argentina”, a MIERDA.

Os depósitos bancários feitos em pesos serão convertidos e liberados em MIERDITAS, ou seja, cupons que valerão MIERDA e deverão ser aceitos apenas no comércio local.

Os depósitos bancários feitos em dólar já valerão GRANDE MIERDA, ficando retidos nas contas até 2095, quando se espera que o povo já esteja mais calmo e se possa prorrogar o congelamento por mais uns dois anos pelo menos.

Com o intuito de facilitar a transição, serão distribuídas calculadoras especiais para que o povo argentino aprenda a converter seus depósitos em MIERDA.

Como parte da campanha para facilitar a adoção da moeda, serão distribuídos também panfletos mostrando fotos de cidadãos felizes enterrados até o pescoço em MIERDA.

Colecionáveis, trarão na capa cada um dos presidentes das últimas semanas. Há planos para uma segunda série em breve, e um álbum para colecioná-los, cuja renda será convertida para o programa “MIERDA para nuestros hermanos sin trabajo”.

Para o Banco Central da Argentina deverá ser nomeado, em vez de um economista, um engenheiro sanitário, mais acostumado a lidar com situações como a atual.