Esperteza feminina

O maridão, após uma longa e caliente lua de mel, todo cheio de nove horas diz à esposa:
– Querida, nossa lua de mel foi uma maravilha, mas existem algumas regras que você deve saber e respeitar para mantermos o nosso casamento feliz.
– Ok, querido! Quais são as regras?
– Bem, nas segundas e quartas, eu tenho um compromisso sagrado: eu saio para fazer um churrasco com os amigos. Eu já faço isso há anos com a mesma turma da faculdade, não vai nenhuma mulher e COM CASAMENTO ou SEM CASAMENTO eu vou!
– OK, meu amor! Tudo bem!
– Bem, nas terças e quintas, eu tenho um outro compromisso sagrado: eu saio para ir a sauna com os amigos. Eu já faço isso há anos com alguns amigos. Não vai nenhuma mulher e COM CASAMENTO ou SEM CASAMENTO eu vou!
– OK, meu amor! Tudo bem!
– Nas sextas-feiras eu tenho um compromisso quase profissional: eu saio para tomar cerveja com o pessoal do escritório. É o lado social do nosso trabalho… você sabe como é! Eu já faço isso há anos…. Não vai nenhuma mulher e COM CASAMENTO ou SEM CASAMENTO eu vou!
– OK, meu amor! Tudo bem!
– Poxa! Que bom que você entendeu tudo direitinho! Encontrei a mulher certa! A minha turma vai ficar morrendo de inveja da minha sorte! Vamos nos dar muito bem, querida…
Aí foi quando ela fez um aparte…
– Espere um pouquinho meu amor! Eu também tenho regras que eu quero continuar seguindo, é apenas uma e depende muito de você.
– E qual é, meu amor?
– Toda noite eu transo! COM MARIDO ou SEM MARIDO!
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Relato infantil

Joãozinho, depois de ter passado a noite vigiando a irmã que namorava no sofá da sala, conta para a mãe tudo o que viu:
– Mãe, a Suzana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se. Ele ficou perto dela e começou a abraçá-la. A Suzana deve ter começado a ficar doente visto que a sua face começou a ficar vermelha. O namorado deve ter percebido e colocou-lhe a mão por dentro da camisa para sentir o coração, demorando porém muito tempo a encontrá-lo. Penso que ele também começou a ficar doente, porque ambos começaram a arfar e a ficar sem respiração. A outra mão dele também devia estar fria, porque ele meteu-a por baixo da saia da Suzana, que começou logo a escorregar para o fundo do sofá e a dizer que se sentia muito quente. Depois de algum tempo consegui ver o que estava realmente a provocar aquela doença: uma enguia enorme tinha saltado das calças dele, deveria ter uns 17 cm de comprimento. Assim que a avistou Suzana agarrou-a para impedir que ela fugisse. Disse então que era a maior que já tinha visto até aquele dia! De repente, não sei por que, Suzana ficou brava e tentou matá-la comendo-lhe a cabeça, mas parece que não conseguiu e ainda deixou-a escapar. Nisso o namorado dela tirou um saco de plástico do bolso e enfiou a enguia dentro, para que ela não tornasse a escapar. Ao ver isso, Suzana tentou ajudá-lo deitando-se de costas e prendendo a enguia entre as suas pernas enquanto o namorado deitava por cima dela. Nisso a enguia começou a se debater, mas eles, corajosamente, tentavam esmagá-la entre eles. Suzana gemia, gritava e o namorado quase que virava o sofá de tanto esforço. Passado algum tempo, ambos continuavam a gemer, a mexer até que soltaram um grande suspiro de alívio. O namorado dela levantou-se e por certo tinham matado a enguia. Eu sei que estava morta porque a vi dependurada. A Suzana e o namorado estavam cansados da batalha e sentaram-se no sofá e começaram a confortar-se um ao outro. Para animá-la ele começou a beijá-la e, diabos me levem se a enguia que estava morta, não voltou a saltar e a luta recomeçou novamente. Mãe, eu penso que as enguias são como os gatos, tem sete vidas ou mais! Desta vez a Suzana saltou para cima dele e tentou matar a enguia sentando-se nela. Depois de uma luta de 35 minutos, acabaram finalmente por matar a enguia. Eu sei que desta vez ela morreu, porque vi o namorado da Suzana esfolá-la e jogar a pele pela janela!

E alguém se deu mal…

Esta é a história de um caminhoneiro que viajava por todo o Brasil e seu lema era o seguinte: MEU NOME É JOÃO, SOU DO MARANHÃO, GOSTOSÃO, ENTROU NO MEU CAMINHÃO NÃO TEM PERDÃO…
Mas já estava há dois meses dirigindo pelas estradas em jejum e não conseguia pegar nenhuma mulher.
Eis que de repente, ele vê à sua frente, uma freira, novinha, bonitinha, pedindo carona, pensou ele:
– Que deus me perdoe. Parou o caminhão e a freira subiu.
– Bom dia meu filho, você poderia me levar para a cidade mais próxima?
– Bom dia dona freira, claro, mas tem um pequeno problema: meu nome é João, sou do Maranhão, gostosão, entrou no meu caminhão não tem perdão.
– Calma meu filho, aqui na frente está reservado para Deus, porém atrás está livre. Não deu outra, o João traçou a freirinha. Dirigindo pela estrada, João ficou pensando na besteira que tinha feito (traçado a freira), quando ela disse:
– Meu filho, pode parar que eu vou descer aqui nesta fazenda.
João respondeu:
– Dona freira, me desculpe pelo que eu fiz com a senhora, que Deus me perdoe, mas a senhora sabe como é ficar solitário muito tempo.
Respondeu a freira:
– Não tem problema, porque MEU NOME É JUVENAL, SOU DE NATAL, HOMOSSEXUAL, GOSTEI do TAL e esta é a MINHA FANTASIA DE CARNAVAL!

Negociando

Uma dona de casa recebe um amante todo dia em sua casa a tarde, enquanto o marido trabalha.
Durante suas safadezas, ela deixa o filhinho de 9 anos trancado no armário do quarto.
Certo dia o marido chegou em casa e o amante ainda estava lá. Então ela trancou o amante no armário junto com o filho. Eles ficaram lá um tempo, até que o menino falou:
– Escuro aqui, não?
– É, está.
– Eu tenho uma bola de baseball.
– Que legal!
– Quer comprar?
– Não!
– Meu pai está lá fora!
– Quanto você quer pela bola?
– R$ 25,00.
– Toma.
Uma semana depois, o marido torna a chegar cedo. O amante está na casa. O menino está no armário. O amante vai pro armário. Eles ficam lá em silêncio até que o menino fala:
– Escuro aqui, não?
– É, está.
– Eu tenho uma luva de baseball.
– Que bom.
– Quer comprar?
O homem lembrando da outra semana:
– Claro, quanto é?
– R$ 75,00.
– Aqui está.
No fim-de-semana o pai chama o filho:
– Pega a bola e a luva e vamos jogar.
– Não dá pai. Eu vendi tudo.
– Vendeu?? Por quanto?
– R$ 100,00.
– Filho! Você não pode ficar enganando seus amigos assim. Em lugar algum a gente paga tanto por isso. Vou levá-lo agora no padre para que você confesse. Chegando na igreja, o menino entra na portinha, se ajoelha e fecha a portinha. Uma janelinha se abre para que o padre possa ouvir o menino.
– Meu filho, não temas a Deus, diga e Ele te perdoará. Qual seu pecado?
– Escuro aqui não???
– Não vá começar com essa merda de novo!!!

As necessidades de cada um

Nunca tinha entendido por que as necessidades sexuais dos homens e das mulheres são tão diferentes. Nunca tinha entendido tudo isso de Marte e Vênus. E nunca tinha entendido por que os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.
Uma noite, semana passada, minha mulher e eu estávamos indo para a cama. Bom, começamos a ficar a vontade, fazer carinhos, e nesse momento, ela pára e fala:
– Acho que agora não quero, só quero que você me abrace.
Eu falei:
– O QUE???
Ela falou:
– Você não sabe se conectar com as minhas necessidades emocionais como mulher.
Comecei a pensar no que podia ter falhado. No final, assumi que aquela noite não ia rolar nada, virei e dormi.
No dia seguinte fomos a um grande hipermercado, do tipo Macro, com muitas lojas dentro dele. Dei uma volta enquanto ela experimentava três modelitos caríssimos. Como não podia decidir por um ou outro, falei para comprar os três.
Então ela me falou que precisava de uns sapatos que combinassem, a R$200 cada par, respondi que tudo bem.
Depois fomos à seção de joalheria, de onde saiu com uns brincos de diamantes. Estava tão emocionada! Deveria estar pensando que fiquei louco, agora penso que estava me testando quando pediu uma raquete de tênis, porque nem tênis ela joga. Acredito que acabei com seus esquemas e paradigmas quando falei que sim.
Ela estava quase excitada sexualmente depois de todo isso; vocês tinham que ver a carinha dela, toda feliz quando ela falou:
– Vamos passar no caixa para pagar
Tive dificuldade para me assegurar ao falar com ela:
– Não, meu bem. Acho que agora não quero comprar tudo isso.
Ela ficou pálida.
Ainda falei:
– Só quero que você me abrace.
No momento em que começou a ficar com cara de querer me matar, falei:
– Você não sabe se conectar com as minhas necessidades financeiras como homem!
Acredito que o sexo acabou para mim até o natal de 2010…