A Luva

Um jovem turista, ao passar em uma loja em Paris, resolveu comprar um belo par de luvas para enviar a sua jovem namorada, ainda virgem, de família tradicional, a quem muito respeitava. Na pressa de embrulhar, a moça da loja cometeu um engano, trocando as luvas por uma calcinha.

O Jovem, não notando a troca, remeteu-a com a seguinte carta:

“Paris, 27 de maio de 1998.

Querida,

Sabendo que dia 12 próximo é o dia dos namorados, resolvi te mandar este presentinho. Embora eu saiba que você não costuma usar (pelo menos eu nunca te vi usando uma), acho que você vai gostar da cor e do modelo, pois a moça da loja experimentou e pelo que eu vi, ficou ótima.

Apesar de um pouco larga na frente, ela disse que é melhor assim do que muito apertada, pois a mão entra melhor e os dedos podem se movimentar bem a vontade. Depois de usá-la é bom virar do avesso e colocar um pouco de talco para evitar aquele odor desagradável.

Espero que você goste, pois vai cobrir aquilo que um dia irei te pedir, além de proteger o local em que colocarei aquilo que você tanto sonha.

Um beijo (no lugar onde você irá usá-la).

PS: não espere eu retornar para estreá-la. Quero que todos os meus amigos vejam você com ela. E depois esfregue na cara daquelas suas amigas invejosas, pois eu nunca vi nenhuma delas usando.

A Verdadeira História do Dilúvio

Depois de construir a arca e já no terceiro dia após o dilúvio, Noé percebeu que tinha esquecido de fazer um banheiro em sua arca.

Como a cada dia que se passava, o cheiro ficava cada vez mais insuportável, Noé fez uma prece e prometeu que, se Deus levasse toda aquela bosta embora, depois que acabasse o dilúvio, ele iria encontrá-la e limparia tudo.

Deus atendeu o seu pedido e, quando o dilúvio acabou, Noé passava todos os dias procurando pela montanha de bosta. Nunca a encontrou.

Cabral a descobriu em 1500!

Morreu

E no meio da madrugada o telefone toca. Ele levanta-se e atende:

“Alô, sr. Carlos? Aqui é o Arnaldo, caseiro do seu sitio.”

“Pois não sr. Arnaldo. Que posso fazer pelo senhor? Houve algum problema?”

“Ah, eu sé tô ligando para avisar pro sinhô que o seu papagaio morreu.”

“Meu papagaio? Morreu? Aquele que ganhou o concurso?”

“É, ele mesmo.”

“Poxa! Que desgraça! Gastei uma pequena fortuna com aquele bicho! Mas ele morreu de que?”

“De comer carne estragada.”

“Carne estragada? Quem fez essa maldade? Quem deu carne para ele?”

“Ninguém. Ele comeu a de um dos cavalos mortos.”

“Cavalo morto! Que cavalo morto, seu Arnaldo?”

“Aqueles puros-sangues que o senhor tinha! Eles morreram de tanto puxar a carroça d’água!”

“Tá louco? Que carroça d’água?”

“Para apagar o incêndio!”

“Mas que incêndio, meu Deus?”

“Na sua casa! Uma vela caiu, aí pegou fogo na cortina!”

“Caramba, mas aí tem luz elétrica! Que vela era essa?”

“Do velório!”

“QUE VELORIO?”

“Da sua mãe! Ela apareceu aqui sem avisar e eu dei um tiro nela pensando que era um ladrão!”

Tenha fé

O Diabo fez um desafio a Jesus:

“Aposto como digito muito mais rápido do que você…”

O desafio foi aceito.

No dia marcado, Jesus de um lado com um XT 4.77Mhz e o diabo com um Pentium III/900Mhz, rodando Windows 98, 256Mb de memória RAM.

Todos a postos. O diabo estala os dedos enquanto Jesus olha calmamente para o seu oponente. Inicia-se a competição. Aquele que digitasse mais texto em 30 minutos seria o vencedor.

O Diabo digita de maneira feroz, a uma base de 900 toques/minuto.

Do outro lado da sala, Jesus digita usando apenas os dois dedos indicadores,no melhor estilo “Catador de milho em Jerusalém”.

A platéia fica, obviamente nervosa com a performance do Messias, e rói as unhas…

Quinze minutos se passam. O diabo digitou cerca de 10Mb de texto, sem erros, enquanto Jesus ainda esta na casa dos 5Kb. Os olhares se tornam mais nervosos.

Vinte e cinco minutos passados. O diabo já anda pela casa dos 20Mb de texto. Jesus anda pelos 8Kb…

Vinte e nove minutos passados. PLUM! Cai a luz…

Desespero geral, pânico, gritaria. Os juízes decidem terminar a competição pelo tamanho final do arquivo.

Tamanho final do arquivo de Jesus: 10Kb. Tamanho final do arquivo de Belzebu: 0Kb!

“Mas não pode ser!!!”, grita o canhoto. “Isso é roubo! Roubo!” Só eu poderia fazer isso! Grita, reclama mas não adianta. Perde a competição.

Jesus volta tranquilo para o paraíso, com aquele risinho de canto de boca tão típico.

MORAL DA HISTÓRIA:
“SÓ JESUS CRISTO SALVA”