O peixe morre pela boca

Um homem telefona para a sua esposa e diz:

– Querida, o meu chefe convidou a mim e a alguns amigos para irmos pescar num lago distante. Vamos ficar fora uma semana. Esta é uma excelente oportunidade para eu conseguir a promoção de que tenho estado à espera, por isso me prepare roupas suficientes para uma semana e também a minha caixa de apetrechos de pesca. Vamos partir diretamente daqui do escritório e vou passar aí apenas para apanhar essas coisas. Ah!… Por favor, coloque também o meu pijama novo, aquele de seda azul.

A mulher acha que isso soa um bocado estranho mas, sendo a boa mulher que é, faz o que o marido pediu. No fim de semana seguinte, ele regressa da pescaria um bocado cansado, mas fora isso, sem nada de anormal. A mulher lhe recebe com um beijo e lhe pergunta se apanharam muitos peixes.

Ele responde:

– Sim! Muitos pargos, algumas garoupas e uns poucos carapaus. Mas porque que você não colocou o meu pijama de seda azul, tal como te pedi?

A mulher responde:

– Arrumei sim, querido! Coloquei-o na caixa de apetrechos de pesca!

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Depende do tempo

O sujeito está na cama com a amante quando ouve os passos do marido. A mulher manda-o pegar as roupas e pular pela janela. Ele reluta, porque está caindo uma chuva forte, mas, não tendo outro jeito, pula, e cai na rua, no meio de uma maratona. Ele aproveita e corre junto com os outros, que o olham de um jeito esquisito. Afinal, ele está pelado!

Um outro corredor pergunta:

– Você sempre corre assim pelado?

– Sim! – responde o amante – É tão bom ter essa sensação de liberdade…

Outro corredor pergunta:

– Mas você sempre corre carregando sua roupas?

O sujeito não se dá por vencido:

– Eu gosto assim. Posso me vestir no fim da corrida e pegar o carro para ir para casa…

Um terceiro corredor insiste:

– Mas você sempre coloca uma camisinha quando corre?

O sujeito responde:

– Só quando está chovendo!

Economizando

O marido virou-se para a mulher e disse:
– Bem, vamos colocar uma nota de R$ 5,00 no cofre toda vez que transarmos?
A mulher concordou. E quando chegou o fim do ano, ele disse:
– Vamos ver quanto já temos?
E ao abrir o cofre, ele surpreso, perguntou:
– Por quê aqui há notas de R$ 10,00 e de R$ 50,00?
Ela respondeu:
– Você pensa que todo mundo é pão duro como você?!

Ops

Um jovem casal foi convidado para uma festa a fantasia. A esposa acabou tendo uma terrível dor de cabeça e falou para seu marido ir à festa sozinho e aproveitar. Ele falou que não queria ir sozinho, mas ela insistiu, dizendo que ia tomar uma aspirina e ficar em casa, de cama.
Ela argumentou que não havia motivo para ele perder a festa. Concordando, ele pegou sua fantasia e saiu. A esposa, após dormir por uma hora, acordou sem dor de cabeça, e como ainda era cedo, decidiu ir à festa.
Como seu marido não sabia qual era sua fantasia, ela achou que ia ser uma boa oportunidade de assistir seu marido em ação, quando ela não estava por perto. Ela chegou a festa e logo viu seu marido na pista de dança, dançando com uma mulher muito bonita, pegando aqui e beijando ali. Ela logo ficou do lado dele, se insinuando e indicando que estava disposta a iniciar algo “mais agitado” com ele. Ela deixou-o ir até onde ele quis, pois, afinal, era seu marido.
Finalmente, ele sussurrou alguma coisa em seu ouvido e ela concordou; foram para o carro e deram uma completa, com direito à sobremesa.
Logo ela o deixou e foi embora para casa, sem se revelar, e voltou para a cama imaginando qual seria a explicação que o marido daria sobre seu comportamento na festa. Ela estava lendo na cama quando ele chegou; e ela perguntou o que ele havia feito. Ele disse:
– Ah, a mesma coisa de sempre. Você sabe que eu nunca me divirto quando você não está.
Ela perguntou:
– Você dançou muito?
– Vou te contar uma coisa, eu não dancei uma música. Quando eu fui para a festa, encontrei o Zeca e o resto da moçada, então fomos para a cozinha e jogamos pôquer a noite inteira. Mas vou te dizer uma coisa…
o cara que pegou a minha fantasia emprestada disse que teve uma noite incrível!

Pedestrianismo nudista

O sujeito está na cama com a amante, na casa dela, quando ouve os passos do marido. A mulher manda-o pegar as roupas e pular pela janela. Ele reluta, porque está caindo uma chuva forte, mas, não tendo outro jeito, pula,
e cai na rua, no meio de uma maratona. Ele aproveita e corre junto com os outros, que o olham de um jeito
esquisito. Afinal, ele está pelado!

Um outro corredor pergunta:

-Você sempre corre assim pelado?

-Sim! – responde o amante – É tão bom ter essa sensação de liberdade.

Outro corredor pergunta:

-Mas você sempre corre carregando suas roupas? O sujeito não se dá por vencido:

-Eu gosto assim. Posso me vestir no fim da corrida e pegar o carro para ir para casa…

Um terceiro corredor insiste:

-Mas você sempre coloca uma camisinha quando corre?

O sujeito responde:

-Só quando está chovendo!!!!!

Mentira

Um marinheiro passou um ano navegando e quando volta, encontra sua esposa com um filho japonês no colo.
Irritado, por nem ele nem a esposa serem japoneses, o marinheiro perguntou a esposa o que havia acontecido.
Ela, calmamente lhe explicou:
– Ele nasceu branquinho e sem os olhos puxados, mas como eu não tinha leite, uma ama-de-leite japonesa se ofereceu para amamentá-lo. Eu aceitei e ele ficou assim.
Como o marinheiro não conhecia nada de crianças e ainda estava meio desconfiado, resolveu perguntar a sua mãe se era realmente possível acontecer uma coisa dessas. A velha, depois de escutar tudo, respondeu indignada:
– É claro que é possível! Quando você nasceu aconteceu a mesma coisa: eu não tinha leite, coloquei você pra mamar numa vaca e é por isso que você tá chifrudo desse jeito!