Obediente

A professora perguntou:

– Quem quer ir para o Céu?

Todos levantaram a mão, menos Joãozinho.

– Por que você não quer ir para o Céu, João? – perguntou a professora com ar desconfiado.

E o menino retrucou:

– É que a minha mãe pediu para eu ir direto para casa quando a aula acabar.

Ajustes

Joãozinho, escreveu numa folha de papel:

“O gato não “cabeu” no buraco.”

De castigo, a professora mandou-o escrever 20 vezes a palavra “coube”.

Quando ele terminou, a professora contou as palavras e comentou:

— Mas aqui só tem“coube” 19 vezes, Joãozinho!

— É que a última já não “cabeu”, fessora!

Na aula de Análise

A professora pergunta:

“Na frase: ‘Eu sou petista’, qual o tipo de sujeito?”

Joãozinho responde

“Se for sujeito simples, é ladrão; se for composto, é quadrilha; se for oculto é laranja; porém, se for indeterminado é ONG beneficiada.”

E se for inexistente Joãozinho?

“Aí é patrimônio do Lula, professora.”

O atraso do Joãozinho

Como de hábito, Joãozinho chega atrasado na escola. Irritada, a professora pergunta:
– Joãozinho, espero que você tenha uma boa desculpa pelo seu atraso!
– Tenho sim, tia! – responde o Joãozinho – Quando eu estava andando na rua eu vi um grupo de pessoas que estavam procurando alguma coisa no chão. Diziam que era uma nota de cem. Então eu esperei todo mundo ir embora, e é por isso que cheguei atrasado.
– E por que você teve que esperar todo mundo ir embora?
– Porque eu estava com o pé em cima da nota, tia!

Joãozinho do Pau Grande

A professora entra na sala e se depara, horrorizada, com a seguinte inscrição na lousa:

“Joãozinho tem o pau grande!”

Imediatamente ela apaga a inscrição e sem fazer nenhum comentário, começa a aula. No dia seguinte, ao entrar na sala novamente, a mesma inscrição em letras garrafais:

“Joãozinho tem o pau grande!”

Pela segunda vez, ela apaga os dizeres, sem fazer nenhum comentário.

No outro dia, a história se repete, e no outro e no outro e no outro…

Até que um dia ela resolve colocar à prova a veracidade daquela mensagem.

Quando toca a campainha avisando que a aula terminou ela pede para todos saírem menos o Joãozinho. Tranca a porta, tira a roupa e ataca o garoto.

No dia seguinte, ao entrar na sala, ela lê no quadro:

“A Propaganda é a Alma do Negócio!”

Bom dia, aluninhos!

Todos os dias a professora chegava na sala de aula e dizia:
– Bom dia meus aluninhos!
Em seguida ouvia o coro:
– Bom dia professoraaaaeeeee!
E todos os dias a rotina se seguia:
– Bom dia meus aluninhos!
– Bom dia professoraaaaaeeeee!
Até que um dia a professora chegou:
– Bom dia meus aluninhos. e o coro se seguiu:
– Bom dia professoraaaaaa!
Percebendo a diferença, a professora falou de novo:
– Bom dia meus aluninhos! — e ouviu novamente:
– Bom dia professoraaaaaa!
Como percebeu que o Joãozinho havia faltado neste dia, combinou com os outros aluninhos que no dia seguinte, quando ela desse bom dia todos ficariam calados. Então no dia seguinte a professora chegou:
– Bom dia meus aluninhos.
E somente o Joãozinho:
– Vai te fudeeeeee…

Muito ajuda quem não atrapalha

O funcionário do MEC está fazendo uma vistoria no grupo escolar para verificar o nível das aulas. Ele chega naquela classe bem numa aula de história, quando a professora, uma mocinha linda de seus 25 anos, está fazendo perguntas à classe sobre a Lei Áurea.

O sujeito do MEC vai até o fundo da classe e senta-se numa carteira vazia. Nesse momento ele vê a professora de mini-saia esticar-se para escrever na lousa uma pergunta, não escondendo praticamente nada de suas pernas.

A pergunta era “o que disseram os negros quando a Princesa decretou a abolição da escravatura?” mas o comentário em voz baixa e involuntária do sujeito do MEC foi: “Meu Deus, que rabo!”.

Joãozinho está sentado bem ao lado e ouve tudo.

Quando a professora pergunta quem sabe a resposta, ele imediatamente levanta o braço e diz “Eu sei, tia!”. A professora hesita em chamá-lo, por causa das conhecidas inconveniências, mas ele é o único a se apresentar. Então ele vai à frente e diz, orgulhoso:

– Meu Deus, que rabo!

Paf! Paf! Um par de tabefes no Joãozinho é a resposta imediata da professora. Joãozinho volta cabisbaixo para o fundo da sala, e, ao passar pelo sujeito do MEC, sussurra:

– Quem não sabe não sopra!