Voltando de Viagem

Ao chegar de viagem, dona Tereza pergunta para o filho de cinco anos:
– E aí, Joãozinho? Correu tubo bem por aqui na minha ausência?
– Tudo mamãe! Só teve um dia que deu uma chuva muito forte e eu fiquei com medo e o papai veio dormir com eu.
– Comigo, Joãozinho! – corrigiu a empregada.
– Não, Maria! Isso foi no sábado! Eu estou falando de domingo, quando choveu!

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Deduções infantis

Joãozinho estava fazendo a lição de casa quando resolve perguntar à sua mãe:
– Mamãe, Deus existe?
– Claro, meu filho! – a mãe responde.
– E ele é homem ou mulher?
– Ele é homem e também mulher! – diz a mãe, após uma breve reflexão.
– E ele é branco ou negro?
– Ele é branco e também negro!
– E ele gosta de criancinhas? – pergunta o menino, cada vez mais interessado.
– Sim, meu filho! Ele adora as criancinhas!
– Puxa, mamãe! Estou achando que esse tal de Deus é o Michael Jackson!

Relato infantil

Joãozinho, depois de ter passado a noite vigiando a irmã que namorava no sofá da sala, conta para a mãe tudo o que viu:
– Mãe, a Suzana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se. Ele ficou perto dela e começou a abraçá-la. A Suzana deve ter começado a ficar doente visto que a sua face começou a ficar vermelha. O namorado deve ter percebido e colocou-lhe a mão por dentro da camisa para sentir o coração, demorando porém muito tempo a encontrá-lo. Penso que ele também começou a ficar doente, porque ambos começaram a arfar e a ficar sem respiração. A outra mão dele também devia estar fria, porque ele meteu-a por baixo da saia da Suzana, que começou logo a escorregar para o fundo do sofá e a dizer que se sentia muito quente. Depois de algum tempo consegui ver o que estava realmente a provocar aquela doença: uma enguia enorme tinha saltado das calças dele, deveria ter uns 17 cm de comprimento. Assim que a avistou Suzana agarrou-a para impedir que ela fugisse. Disse então que era a maior que já tinha visto até aquele dia! De repente, não sei por que, Suzana ficou brava e tentou matá-la comendo-lhe a cabeça, mas parece que não conseguiu e ainda deixou-a escapar. Nisso o namorado dela tirou um saco de plástico do bolso e enfiou a enguia dentro, para que ela não tornasse a escapar. Ao ver isso, Suzana tentou ajudá-lo deitando-se de costas e prendendo a enguia entre as suas pernas enquanto o namorado deitava por cima dela. Nisso a enguia começou a se debater, mas eles, corajosamente, tentavam esmagá-la entre eles. Suzana gemia, gritava e o namorado quase que virava o sofá de tanto esforço. Passado algum tempo, ambos continuavam a gemer, a mexer até que soltaram um grande suspiro de alívio. O namorado dela levantou-se e por certo tinham matado a enguia. Eu sei que estava morta porque a vi dependurada. A Suzana e o namorado estavam cansados da batalha e sentaram-se no sofá e começaram a confortar-se um ao outro. Para animá-la ele começou a beijá-la e, diabos me levem se a enguia que estava morta, não voltou a saltar e a luta recomeçou novamente. Mãe, eu penso que as enguias são como os gatos, tem sete vidas ou mais! Desta vez a Suzana saltou para cima dele e tentou matar a enguia sentando-se nela. Depois de uma luta de 35 minutos, acabaram finalmente por matar a enguia. Eu sei que desta vez ela morreu, porque vi o namorado da Suzana esfolá-la e jogar a pele pela janela!

Negociando

Uma dona de casa recebe um amante todo dia em sua casa a tarde, enquanto o marido trabalha.
Durante suas safadezas, ela deixa o filhinho de 9 anos trancado no armário do quarto.
Certo dia o marido chegou em casa e o amante ainda estava lá. Então ela trancou o amante no armário junto com o filho. Eles ficaram lá um tempo, até que o menino falou:
– Escuro aqui, não?
– É, está.
– Eu tenho uma bola de baseball.
– Que legal!
– Quer comprar?
– Não!
– Meu pai está lá fora!
– Quanto você quer pela bola?
– R$ 25,00.
– Toma.
Uma semana depois, o marido torna a chegar cedo. O amante está na casa. O menino está no armário. O amante vai pro armário. Eles ficam lá em silêncio até que o menino fala:
– Escuro aqui, não?
– É, está.
– Eu tenho uma luva de baseball.
– Que bom.
– Quer comprar?
O homem lembrando da outra semana:
– Claro, quanto é?
– R$ 75,00.
– Aqui está.
No fim-de-semana o pai chama o filho:
– Pega a bola e a luva e vamos jogar.
– Não dá pai. Eu vendi tudo.
– Vendeu?? Por quanto?
– R$ 100,00.
– Filho! Você não pode ficar enganando seus amigos assim. Em lugar algum a gente paga tanto por isso. Vou levá-lo agora no padre para que você confesse. Chegando na igreja, o menino entra na portinha, se ajoelha e fecha a portinha. Uma janelinha se abre para que o padre possa ouvir o menino.
– Meu filho, não temas a Deus, diga e Ele te perdoará. Qual seu pecado?
– Escuro aqui não???
– Não vá começar com essa merda de novo!!!

Primeiras experiências

Dois garotos de uns 10 ou 12 anos estão escondidos numa casa de tolerância para aprender como é que a coisa funciona.
E eles descobrem que é sempre da mesma forma:
Um senhor bate na porta e uma voz de dentro pergunta:
“O que você quer?”.
O senhor responde:
“Você sabe o que eu quero!”
Então a voz diz:
“Quanto você tem?”
E o senhor responde:
“100 reais” ou “200 reais”.
E então o senhor é convidado a entrar. Via de regra, uma moça jovem e muito bonita com muito pouca roupa é que abre a porta.
Intrigados, os dois moleques resolvem ver de mais perto essas moças quase nuas. Ei-los batendo na porta.
“O que vocês querem?” pergunta a voz.
“Você sabe o que queremos” respondem eles em uníssono.
“Quanto vocês têm?” continua a voz.
“Temos 10 reais cada um”.
Neste momento a porta se abre e uma velha toda pelancuda os pega pelo braço e os leva até um quarto. Lá ela abre o roupão e, um após o outro, fricciona seus rostos sobre seu sexo durante uns bons dez segundos.
Cem metros depois de terem saído da casa, os dois garotos estão ainda cuspindo e tentando limpar o rosto. Um deles finalmente diz:
– Ainda bem que só tínhamos 10 reais, porque eu não estava agüentando mais!

Pedido de Natal

Joãozinho falava com sua mãe pedindo uma bicicleta nova quando ela decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência de suas atitudes e então falou:
– Bem, Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para sair comprando
qualquer coisa que você queira. Que tal você escrever uma carta para Jesus e rezar para ganhar
uma bicicleta?
Depois, sua mãe o mandou para seu quarto. Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:
“Querido Jesus: Fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova.
Seu amigo,
Joãozinho.”
Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.
“Querido Jesus: Tenho sido um menino legal este ano e quero uma bicicleta nova.
Sinceramente,
Joãozinho.”
Bem, Joãozinho sabia que não estava sendo totalmente honesto. Rasgou a carta mais uma vez. Foi então que Joãozinho olhou para o fundo de sua alma, o que, aliás, era o que sua mãe queria desde o começo. Ele sabia que aprontava de montão e que não merecia nada. Jogou a carta rasgada no lixo e saiu correndo para a rua. Ficou vagando sem rumo, meio deprimido, pensando no modo como tratava seus pais. Estava mortificado.
Às tantas, estava em frente a uma igreja católica. Joãozinho entrou, ajoelhou-se e meditou no que fazer. Finalmente levantou-se e dirigiu-se para a saída, olhando todas aquelas estátuas…
De repente, pegou uma santa pequenininha e saiu correndo. Foi para casa, escondeu a santinha embaixo da sua cama e escreveu a seguinte carta:
“Jesus, Tenho sua mamãe. Se você quiser vê-la novamente, dê-me uma bike.
Assinado: Você sabe quem.”