Tempo verbal

A professora para o Joãozinho:
– Joãozinho, qual o tempo verbal da frase: “Isso não podia ter acontecido”?
– Preservativo imperfeito professora!

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O atraso do Joãozinho

Como de hábito, Joãozinho chega atrasado na escola. Irritada, a professora pergunta:
– Joãozinho, espero que você tenha uma boa desculpa pelo seu atraso!
– Tenho sim, tia! – responde o Joãozinho – Quando eu estava andando na rua eu vi um grupo de pessoas que estavam procurando alguma coisa no chão. Diziam que era uma nota de cem. Então eu esperei todo mundo ir embora, e é por isso que cheguei atrasado.
– E por que você teve que esperar todo mundo ir embora?
– Porque eu estava com o pé em cima da nota, tia!

Bom dia, aluninhos!

Todos os dias a professora chegava na sala de aula e dizia:
– Bom dia meus aluninhos!
Em seguida ouvia o coro:
– Bom dia professoraaaaeeeee!
E todos os dias a rotina se seguia:
– Bom dia meus aluninhos!
– Bom dia professoraaaaaeeeee!
Até que um dia a professora chegou:
– Bom dia meus aluninhos. e o coro se seguiu:
– Bom dia professoraaaaaa!
Percebendo a diferença, a professora falou de novo:
– Bom dia meus aluninhos! — e ouviu novamente:
– Bom dia professoraaaaaa!
Como percebeu que o Joãozinho havia faltado neste dia, combinou com os outros aluninhos que no dia seguinte, quando ela desse bom dia todos ficariam calados. Então no dia seguinte a professora chegou:
– Bom dia meus aluninhos.
E somente o Joãozinho:
– Vai te fudeeeeee…

Muito ajuda quem não atrapalha

O funcionário do MEC está fazendo uma vistoria no grupo escolar para verificar o nível das aulas. Ele chega naquela classe bem numa aula de história, quando a professora, uma mocinha linda de seus 25 anos, está fazendo perguntas à classe sobre a Lei Áurea.

O sujeito do MEC vai até o fundo da classe e senta-se numa carteira vazia. Nesse momento ele vê a professora de mini-saia esticar-se para escrever na lousa uma pergunta, não escondendo praticamente nada de suas pernas.

A pergunta era “o que disseram os negros quando a Princesa decretou a abolição da escravatura?” mas o comentário em voz baixa e involuntária do sujeito do MEC foi: “Meu Deus, que rabo!”.

Joãozinho está sentado bem ao lado e ouve tudo.

Quando a professora pergunta quem sabe a resposta, ele imediatamente levanta o braço e diz “Eu sei, tia!”. A professora hesita em chamá-lo, por causa das conhecidas inconveniências, mas ele é o único a se apresentar. Então ele vai à frente e diz, orgulhoso:

– Meu Deus, que rabo!

Paf! Paf! Um par de tabefes no Joãozinho é a resposta imediata da professora. Joãozinho volta cabisbaixo para o fundo da sala, e, ao passar pelo sujeito do MEC, sussurra:

– Quem não sabe não sopra!

Dúvida Sexual

Na sala de aula, Joãozinho pergunta para a professora:
– Tia, um garoto da minha idade pode ter filhos?
– Claro que não, Joãozinho! Você só tem dez anos!
– E uma garota da idade da Aninha, pode ter filhos?
– Também não! Ela só tem nove!
– Viu, Aninha? Eu falei que não tinha perigo!