João e Maria

Maria era uma caipirinha de 18 anos, ainda virgem, lindinha e muito gostosa. João era o garanhão da cidade e vivia tentando levar a moça pra cama, pro quarto, pro mato… Certo dia, depois de muito insistir, ‘ João consegue convencer Maria e eles vão pra uma moita, atrás da casa dela.

– Má João, mi isprica aí cumé qui é esse negóço de séquisu?

– É simpres, Maria; bão dimais e no finar cê vai gostá muito!

– Tá! Então, o que eu faço?!

– Primeiro, ocê riba a saia!

– Assim?

– É! Assim mêzs! – responde João já excitadíssimo.

– I agora, João?

– Agora ocê vai baixá a carcinha e dá uma reboladinha pra entrá no crima.

– Prontim, i agora, quê que eu faço?

– Agora ocê agacha e mija, pruque que seu pai tá oiano!

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Causo mineiro

Mineirim, miudinho, todo tímido embarca no ônibus de Divinopólis para BH. Seu colega de poltrona, um negão de 1,80 m de altura, com cara de poucos amigos. Negão no maior ronco e mineirim todo enjoado com as curvas da estrada. A certa altura Mineirim não aguenta e vomita todo o jantar no peito do Negão.

Mineirim no maior desespero e Negão ainda roncando. Chegando em Betim, Negão acorda e passa a mão no peito todo melecado e gosmento. Olha indignado e confuso pro mineirim, que imediatamente bate a mão no seu ombro e pergunta:

– Cê miorô?

:o)

 

Minerin na mior casa de Sun Paulo

MINERIN NA MIOR CASA DE SUN PAULO.

A Madame abre a porta do bordel e dá de cara com o Mineirin vestido com roupas modestas.
– Diga? pergunta ela.
– Eu quero a Natasha! – respondeu o Mineirin.
– Caro senhor, a Natasha é uma das nossas ‘meninas’ mais caras, eu posso te apresentar outra…
– Não, eu quero a Natasha. – insiste o Mineirin…
Então a Natasha aparece, um espetáculo, um monumento, salto alto, corpete, meias, e diz logo ao Mineirin que o valor é R$1.000,00 por hora.
O Mineirin nem pisca e, tirando o dinheiro escondido no sapato, diz ‘tudo bem.’Então, ela leva-o para o quarto onde eles passam uma hora inesquecível… com direito a tudo, tudo mesmo.
Na noite seguinte, o Mineirin aparece novamente e pergunta pela Natasha. Ela estranha porque nenhum cliente dela veio duas noites seguidas e que ela não faria desconto…
O Minerin pega a grana novamente e entrega a Natasha, que o leva para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia anterior.
Na noite seguinte, ninguém acredita. Mais uma vez o Mineirin entrega os R$1.000,00 a ‘menina’ e vão para o quarto e mais uma vez 1 hora de loucura.
Natasha não resiste e pergunta ao Mineirin:
– Ninguém nunca usou os meus serviços três noites seguidas, afinal sou a mais cara da casa. De onde é o Senhor?
– Sou de Bê lorzonte…
– Sério?! Eu tenho uma tia que mora lá!
– Eu sei, foi ela que pediu para lhe entregar os treis miu reau…

Briga de Galo

O caipira ganhava todas as apostas das brigas de galos daquele vilarejo, quando um sujeito da cidade, cansado de perder, chega para ele e pergunta:
– Meu amigo, vejo que o senhor é um grande entendido em brigas de galos.
– É… – responde timidamente o caipira.
– Pois eu já perdi quase todo meu dinheiro. Não acertei uma aposta… Pode me ajudar e dizer qual é o galo bom da próxima luta?
– O bom é o galo branco – responde o caipira.
O sujeito da cidade, rapidamente, aposta todo o resto do seu dinheiro no galo. Quando acaba a luta, ao ver o galo branco derrotado ele vai ter novamente com o caipira:
– Você não me disse que o galo branco é que era o bom?
– Pois entonces… O branco era o bom… O preto é que era o marvado!

Funcionário novo

Depois de muito relutar e um tanto quanto a contra-gosto, o sujeito contrata o caipira para tomar conta do seu escritório.

No primeiro dia de trabalho do caipira, ele passa a manhã toda fora e quando volta vai logo perguntando:

– Alguém esteve aqui?

E o caipira:

– Esteve sim, senhor!

– Quem?

– Eu.

E o sujeito, irritado:

– Não foi isso que eu perguntei. Eu queria saber se alguém entrou aqui neste escritório depois que eu sai.

– Entrou sim, senhor!

– Quem?

– O senhor!

A marvada

Os dois caipiras se encontram no ponto de ônibus para uma pescaria.

– Então cumpade, tá animado? – pergunta o primeiro.

– Eu tô, home! Ô cumpade, pro mode quê tá levano esses dois embornal?

– É que tô levano uma pingazinha, cumpade.

– Pinga, cumpade? Nóis num tinha acertado que num ia bebê mais?!

– Cumpade, é que pode aparecê uma cobra e pica a gente. Aí nóis desinfeta com a pinga e toma uns gole que é pra mode num sinti a dô.

– É… e na outra sacola, o que qui tá levano?

– É a cobra, cumpade. Pode num tê lá…

Calcinha diferente

Uma moça da fazenda foi convidada p/ uma festa onde teria que usar vestido, coisa que ela não usava, ela usava só calça e sem calcinha. Então ela teve uma ideia, foi ao armazém, pegou um saco de pano, foi p/máquina de costurar e fez uma linda calcinha. Vestiu a calcinha, colocou o vestido e pegou um ônibus para ir a festa. Como estava acostumada com calças, sentou-se no banco de pernas bem abertas.

Em sua frente estava um caipira que não tirava os olhos. Passadas duas horas a menina se irritou e perguntou:

“Que foi caipira, nunca viu uma calcinha?”

O caipira respondeu:

“Oia moça, vê carcinha eu já vi, mas escrito ração pra pinto é a primeira.”