Velhinho esperto

É um velhinho que chegou aos 105 anos, mas que faz uma data que não vai mais à igreja. O padre resolve visitar o velhinho, e o encontra em casa, em perfeita saúde. O padre então pergunta:
– Como é que o senhor não tem mais ido à igreja?
– Vou lhe explicar, padre – responde o velhinho – Quando eu fiz 90 anos, eu imaginei que Deus fosse me chamar a qualquer hora. Mas cheguei aos 95, depois aos 100. Aí eu achei que Deus devia estar muito ocupado e me esqueceu. E não sou eu que vou chamar sua atenção!
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O tempo passa

“Você se lembra da minha voz ?” ou disso você nem se lembra mais?!

Os indivíduos que estão entrando na faculdade este ano nasceram aproximadamente em 1982.

Eles não têm a mínima ideia de quem foi Tancredo Neves e mal ficaram sabendo que ele morreu antes de assumir a presidência. Eles estavam na pré-puberdade quando aconteceu a Guerra do Golfo. Viram um único Papa em toda sua vida.

No máximo, eles se recordam do nome de um presidente da república. Eles tinham 10 anos quando a União Soviética se dissolveu e não se lembram da Guerra Fria. Nunca sentiram medo de uma guerra nuclear.

“The Day After” para eles é uma pílula, não um filme. URSS para eles é um conjunto de letras. Eles conheceram somente uma Alemanha. Eles eram jovens demais para se lembrarem da explosão da Discovery. Eles não sabem quem é Kaddafi.

Em toda sua vida sempre ouviram falar de AIDS. Atari é algo que não existiu para eles, tanto quanto discos de vinil. A expressão “isso soa como um disco quebrado” não tem nenhum significado para eles. Eles nunca jogaram Pac Man. Star Wars parece algo bobo para eles com efeitos especiais patéticos.

Eles sempre ouviram falar em secretária eletrônica, a maioria nunca ouviu falar em TV com 13 canais e provavelmente, nunca viram uma TV P/B.

Sempre tiveram videocassete e nunca ouviram falar em formato Beta. Não se imaginam sem controle remoto. Eles nasceram depois que o Walkman foi introduzido no mercado pela Sony. Patins para eles sempre foram inline. Nunca ouviram falar de Crush ou PanAm.

Pipocas para eles sempre foram feitas em microondas.

Nunca viram Zico nem Cerezzo jogar. Sócrates, para eles, é, no máximo, irmão mais velho do Raí. Guerra do Vietnam é algo muito antigo para eles, tanto quanto Primeira ou Segunda Guerra Mundial. Watergate para eles é o precursor de Monicagate. Aliás, diriam eles: “o que foi Watergate?”

Eles não se importam quem matou Odete Roitman, ou até, quem foi Odete Roitman.
Nunca assistiram “Perdidos no Espaço” ou “Os Três Patetas”. Big Mac’s nunca vieram em embalagens de isopor. John Travolta é o ator do filme “A outra face” e não de “Os embalos de sábado à noite” ou “Grease”.

Nunca viram programa em Cobol, nem assembler. Disquetes de 1.2 nunca existiram para eles. Muito menos os de 360K. “O que é DOS e como eu o executo?” é uma pergunta freqüente para eles.

Vocês se sentem velhos? É isso aí jurássicos! O tempo passa, o tempo voa! (e nem Bamerindus existe mais…)

Acho que hoje não vou dormir…

Sintomas de Pobreza

-Tomar cerveja em copo de requeijão;
-Esquentar a ponta da BIC para ver se ela volta a funcionar;
-Andar pendurado na porta do ônibus;
-Lamber a tampa metálica do Iorgute;
-Colocar bombril na antena da televisão;
-Colocar maiô ou biquíni e tomar sol na represa, na laje, ou atrás de casa;
-Correr atrás do guarda-sol na praia gritando: “Pega! Pega!”;
-Entrar de loja em loja perguntando os preços para o vendedor: “só estou dando uma olhadinha, volto mais tarde”;
-Ir ao estádio de futebol, entrar na geral e pular para as sociais;
-Fazer jogo de futebol com os times “camisa” e “sem camisa”;
-Ficar balançando lâmpada queimada para ver se ela volta a funcionar;
-Ir para o trabalho de bicicleta e dizer que e só para manter a forma;
-Aproveitar garrafa plástica de refrigerante e colocar água na geladeira;
-Ascender latinha de álcool no banheiro nos dias de frio;
-Secar tênis atrás da geladeira;
-Receber visita e mostrar toda a casa;
-Decorar vaso com flor desidratada;
-Guardar refrigerante com colher pendurada na boca, para não perder o gás;
-Comprar carro novo e não tirar o plástico só para dizer que é novo;
-Amarrar o cachorro com fio de luz;
-Lamber ponta de borracha para apagar erro;
-Correr a casa inteira com chinelo na mão atrás da barata;
-Usar pregador de roupa para fechar sacos de arroz, bolacha, açúcar…;
-Copiar modelo de vitrine para depois fazer em casa;
-Jogar algodão na árvore de Natal, para dar efeito de neve;
-Passar cuspe no cotovelo ressecado para amaciar;
-Guardar sobras de sabonete para depois fazer uma bola só;
-Convidar os amigos para o churrasco do seu aniversario e mandar cada um trazer uma coisa (carvão, espeto, etc.);
-Conservar tira da sandália Havaiana com grampeador;
-Dançar lambada com a sogra, passar uma rasteira na velha e mandar para o Vídeo Cacetada do Faustão;
-Enfeitar estante da sala com lembranças do casamento;
-Passar fio dental e depois cheirar para ver se o dente está podre;
-Tirar cera do ouvido com a chave do carro ou com a tampa da caneta;
-Fazer barra da calça com fita crepe;
-Sair correndo e se matar para pegar o ônibus que já esta saindo do ponto;
-Subir na laje para mexer na antena e ficar gritando lá de cima: “Melhorou?”;
-Guardar cueca furada para passar cera no carro;
-Entrar na loja de R$ 1,99 e querer achar um presente legal;
-Ir ao restaurante e, antes de pedir a comida, perguntar se aceita ticket.

O marido do ano

O cara tinha dois ingressos para a final da Copa do Mundo, no melhor camarote do estádio. Quando ele estava sentado no seu lugar, aguardando o inicio do jogo, um torcedor nota que o lugar ao lado do homem estava vago. O torcedor pergunta então se o assento está ocupado.

– Não, não está ocupado – responde o homem.

Assombrado, o torcedor diz:

– É incrível! Quem, em seu juízo perfeito, tem um lugar como este, para a final da Copa, o evento mais importante do mundo, e não o usa?

O homem fixa o olhar nos olhos do cidadão e responde:

– Bom, na realidade, o lugar é meu. Eu comprei o ingresso faz muito tempo. Minha esposa viria comigo, mas ela faleceu. Este é o primeiro Mundial a que não assistiremos juntos, desde que nos casamos, há vinte anos.

Surpreso, o outro diz:

– Mas você não encontrou outra pessoa que pudesse vir no lugar da sua esposa? Um amigo, um vizinho, um parente ou outra pessoa chegada?

O homem nega com a cabeça e responde:

– Não, estão todos no velório…

E depois da cirurgia…

O rapaz acorda da cirurgia no quarto do hospital. Ao seu lado está seu médico. Apreensivo, o paciente levanta os olhos e pergunta:
– E aí, doutor, a operação deu certo?
O médico responde:
– Digamos que tenho uma boa e uma má notícia…
– E qual é a boa, doutor?
– Conseguimos salvar seus testículos!
O paciente solta um “ufa” aliviado.
– E qual é então a má notícia?
– Estão debaixo de seu travesseiro.